Life goals #3

ballet
Going to the cinema or the theatre or to a concert is pretty easy. These are probably the means of culture most easily available to us. But opportunities to see a good ballet show are somewhat more rare. I know that even some of the most important and famous ballet companies have come to Portugal, but these kind of cultural shows are never properly advertised.

I know that the more expensive an event is, probably the less publicity it will have, but still, I feel like there’s no interest whatsoever to advertise these shows, which is an absolute shame. Culture isn’t just made up of summer festivals or shitty romantic comedies. I’m not saying that these things aren’t worth it or something like that; I just wish society for once gave everything the same chances. Experience different things, seeing different things that’s what educates us.

But either way, I really hope someday I’ll be able to see a ballet show. And I don’t even care if it’s classical or contemporaneous ballet. I’d be extremely happy with either show.

Update: yeah update because I’ve written this like a month ago or something. This will be the first goal of this series to come true! Can’t wait to see a performance of “Swan Lake” this year already.

Preen @ London Fashion Week Fall 2015

E hoje estamos de volta ao mundo da Moda. Continuando ainda na Semana de Moda de Londres, hoje apresento-vos uma casa de moda talvez pouco conhecida, mas que sem dúvida merecia muito mais destaque. Eu própria posso-me incluir nesta lista porque até esta altura eu não sabia da existência de tal casa de moda, mas fiquei fascinada com ela mal a vi. É uma colecção simples mas elegante, e acima de tudo fácil de ser usada no dia-a-dia. Eu sou super difícil de agradar no que toca a colecções de Outono/Inverno, mas esta tornou-se num abrir e fechar de olhos numa das minhas colecções favoritas de 2015. Sem mais demoras, hoje apresento-vos a colecção de Outono/Inverno da Preen.

And today we are back to the world of Fashion. Still within the context of the London Fashion Week, today I present you guys a fashion house that is perhaps little known, but that without doubt deserved so much more recognition. I myself can be put in this list because until this moment I had no idea of the existence of such fashion house, but I was completely fascinated by it when I first saw it. It is a simple yet stylish collection, and above anything else super easy to use as a day-to-day outfit. I’m super picky when it comes to Autumn/Winter collections, but in a blink of an eye this has become one of my favourite collections from 2015. But without further ado, today I present you guys the new Preen’s Autumn/Winter collection.

Preen Fall 2015 (1)
Preen is a fashion house created in 1996 by Justin Thornton and Thea Bregazzi. This fashion house started as a simple shop at Notting Hill, in London, but five short years later its collections were already being featured at the London Fashion Week. From early Briton to Victorian and punk trash, Preen is best known for its designer’s use of antique fabrics. Since 2008 that this duo (and couple) has created a second collection – Preen Line, with a little rock and roll touch.

A Preen é uma casa de moda criada em 1996 por Justin Thornton e Thea Bregazzi. Esta casa de moda começou como uma simples loja em Notting Hill, em Londres, mas depois de uns curtos cinco anos, as suas colecções encontravam-se já a serem apresentadas na Semana de Moda de Londres. Desde o “early Briton” até ao Victoriano e ao “punk trash”, a Preen é conhecida pelo uso de tecidos antigos pelos seus criadores. Desde 2008 que esta dupla (e casal) criou uma segunda colecção – Preen Line, com um toque de “rock and roll”.

Preen Fall 2015 (2)
O elemento de destaque desta colecção é sem dúvida o seu conjunto de padrões. Para além do tal conhecido padrão floral (conjunto 5), desta vez contamos com a presença de um padrão inspirado no retalho de tecidos (conjuntos 1, 3, 4, 8 e 9). Não fosse esta uma colecção de Outono/Inverno, as peças de destaque são os casacos (conjuntos 1, 2 e 3), aliás sem dúvida algumas das minhas peças favoritas desta colecção. Esta colecção apresenta também as seguintes tendências: assimetria (conjunto 3, 4 e 5), transparência (conjuntos 11 e 12), pêlo e lã (conjunto 2) e crop tops de malha (conjunto 7, 8 e 9).

The element of greater highlight in this collection is without a doubt its patterns. Apart from the well-known floral pattern (outfit 5), this time we also have the presence of a patterns inspired in patchwork (outfits 1, 3, 4, 8 and 9). Since we are talking about a Autumn/Winter collection, it is not to admire that the piece of clothing that deserves to be highlighted is the coat (outfits 1, 2 and 3a), which is without a doubt one of my favourite pieces of clothing from this collection. This collection also presents the following trends: asymmetry (outfits 3, 4 and 5), transparency (outfits 11 and 12), fur and wool (outfit 2) and knit crop tops (outfits 7, 8 and 9).

O que acham desta colecção? Quais são os vossos conjuntos favoritos? | What do you think of this collection? Which outfits are your favourites?

FashionSkribo apresenta… “Z for Zachariah”

E como prometido, hoje trago-vos mais uma sugestão cinematográfica. Apesar de o tema retratado neste filme de ficção científica não ser nada de novo e inovador, pois vários têm sido os filmes a abordar esta temática nos últimos anos, a verdade é que o trailer deixou-me bastante curiosa em relação a este filme. Este é mais um exemplo de uma adaptação literária ao grande ecrã, cujo guião foi baseado na obra de Robert C. O’Brien, “Z for Zachariah”.

Z for Zachariah_movie poster
Na esteira de uma guerra nuclear, uma jovem mulher sobrevive sozinha, temendo que ela possa ser realmente a última mulher na terra, até que ela descobre a vista mais surpreendente da sua vida: um outro ser humano. Um cientista perturbado, ele foi quase levado à loucura pela exploração e pela sua procura desesperada por outras pessoas. Uma mecha muito frágil de confiança conecta-os. Mas quando um estranho entra no vale, o seu vínculo precário começa a dar de si.

Realizado por Craig Zobel (“Surfacing: AKA A Letter from My Father“, “Great World of Sound” e “Compliance“), “Z for Zachariah” conta apenas com a participação de três actores: Chiwetel Ejiofor (“Amistad“, “Love Actually“, “American Gangster“, “Salt” e “12 Years a Slave“), Margot Robbie (“Neighbours“, “Pan Am“, “I.C.U.“, “About Time” e “The Wolf of Wall Street“) e Chris Pine (“The Princess Diaries 2: Royal Engagement“, “Just My Luck“, “Star Trek” film series, “Carriers” e “Into the Woods“). Este é sem dúvida um filme com um dos elenco mais reduzido.

Até ao momento, este filme conta com uma classificação de 81% (com base em 52 críticas) no website de críticas – rottentomatoes. Este website apresenta a seguinte descrição em relação a este filme: “Z for Zachariah‘ wrings compelling drama out of its simplistic premise — albeit at a pace that may test the patience of less contemplative viewers“.

Z for Zachariah_movie picture
Z for Zachariah” estreia hoje (21 Agosto) nos Estados Unidos da América. No entanto, outros websites colocam esta estreia apenas no dia 28 de Agosto. Este filme tem estreia prevista para Portugal para o próximo dia 3 de Setembro.

As informações foram retiradas dos seguintes sites: movieweb.com, en.wikipedia.org, mag.sapo.pt/cinema e rottentomatoes.com.

Quem é que tem curiosidade em ver este filme?

Random | Living in France

france_post
Dois estágios em dois anos separados garantiram-me dois meses e meio a viver em França. É claro que estes meses não chegam para se tirarem grandes conclusões, mas até que são suficientes para se formarem umas quantas ilações. Eu já tinha descoberto o post a que fiz print screen (a imagem acima) há uns largos meses se não mesmo há mais de um ano. E agora que o voltei a descobrir no meio das dezenas de links que tenho nos favoritos, achei que era uma óptima altura para o comentar, pelo meio dos posts que tenho estado a publicar sobre a minha última estadia em França. Como disse acima, dois meses e meio podem não ser suficientes para estes comentários, mas há que acrescentar que esta já foi a sétima vez que fui a França. O que quero dizer é que esta realidade e o país não me são totalmente alienígenas.

Juntando o primeiro e último pontos… Não, o país não é mais civilizado do que nós mas é sem dúvida melhor do que o nosso. E nessa perspectiva passa-nos a léguas. A questão aqui não é a sociedade, que basicamente não diferente nos pontos mais gerais no Mediterrâneo Europeu, mas sim o país em si. Por mais problemas que tenham, é bastante claro que um está em bem piores lençóis do que o outro.

Juntando os pontos dois e quatro… Pois… Essa é uma característica dos países do Mediterrâneo Europeu. Há que admitir que os cinco países mediterrâneos não são propriamente conhecidos por serem os ases da limpeza. Se bem que nesta “falta de higiene” ninguém supera os italianos.

O ponto três… Lamento informar mas essa é uma falha que se verifica em todos os países. Emigrante de onde quer que seja e para onde quer que vá acaba sempre por se dar primeiro com os seus, quer sejam emigrantes do mesmo país ou de outro. É claro que há excepções mas esses são basicamente os casos que se podem designar como “excepções que confirmam a regra”. Entrar numa nova realidade não é a coisa mais fácil do mundo, por isso nesta situações as pessoas agarram-se ao que lhes é mais próximo ou familiar ou que está numa situação semelhante.

Em relação ao ponto quatro o meu comentário é apenas: “E…” Isso acontece em todo o lado. Há produtos mais baratos e caros aqui e ali. No Reino Unido, por exemplo, os produtos de higiene pessoal são mais baratos. É isso que torna o país mais convidativo? Nos Países Baixos, por exemplo, os transportes públicos são mais caros. É isso que torna o país menos convidativo? Não e não para ambos. Há que ter em conta que isto de dizer que os preços são mais caros não significa nada, pois estes são todos países cujos ordenados mínimos quase que atingem o triplo do ordenado mínimo nacional.

As críticas sobre o clima são sempre os mais hilariantes (ponto seis). Chove mais? Provavelmente. Mesmo no Verão? Sim e não há absolutamente problema nenhum com isso. Muito vento? Pois… Esperem até viverem nos Países Baixos para saberem o que são tempestades de vento a sério. Quase sempre frio? Pois é normal. À medida que nos afastamos do Equador essa costuma ser a norma. Honestamente trocava este deserto por algo com mais vegetação.

Andar a pé é espectacular porque é tudo plano” (ponto 7) HAHAHAHAHAH LOL Esta é sem dúvida a melhor piada que ouvi (bem que li, neste caso) nos últimos dias. França? Plana? Essa está boa porque França de plana é que não tem nada. Plano são os Países Baixos e a Bélgica. Só por curiosidade, o ponto mais alto nos Países Baixos é em Vaalserberg, que fica a uns míseros 322 metros de altitude. Até a nossa pequena Serra de Sintra é mais elevada.

(ponto 8) Não sei bem qual é a relevância deste ponto porque trabalham-se o mesmo número de horas, mais minuto menos minuto. Eu diria que a questão não é o tempo de trabalho, mas sim a capacidade de organização dos indivíduos.

Os pontos nove e dez são bastante relativos. As crianças são crianças em qualquer lado do mundo. Mais barulhentas ou não, crianças irão ser sempre crianças. E o ponto dez é um bocado do tipo “wtf?”.

Por último, o ponto onze… Pois em colégios privados também se andam com roupas mais formais. Isso faz desses alunos mais do que os restantes? Se calhar devíamos era usar todos a mesma coisa para não haver tantos juízos de valor acerca do que é que vestimos ou não.

Cirque de Gavarnie
A sociedade francesa não é propriamente a coisa mais apelativa para mim, mas não teria quaisquer problemas em viver em França. Com algum custo superava-se a barreira de língua, ou se calhar com menos custo do que uma pessoa possa pensar. E o mesmo digo para a sociedade. Isto porque por mais que eles o neguem, eles são um país tão mediterrâneo como Portugal, Espanha, Itália e Grécia. Aliás se há alguém que tem motivos para questionar semelhante categorização somos nós porque não há nem uma mini-légua do Mediterrâneo a banhar Portugal (x). No entanto, esta designação nada tem a ver com as fronteiras do mar. Com centenas de defeitos ou não – até porque não há país nenhum que seja completamente perfeito – a verdade é que França vai avançando e nós cada vez ficamos a ver mais navios.

Mini-Holiday | Paris #1

I have already mentioned this before, about a month ago or so, but anyway… After the end of my Masters and the beginning of my internship in France, I spent a few days in Paris in what I called my mini-holidays. At the beginning of this year, I thought that my internship would only start at the end of July, which would give me plenty of time to travel between it and the end of my Masters. My intention was really to do a trip around Europe for two weeks but in the end there was simply no time to do such a trip. However, I can’t complain because I got the chance to go to Paris for a few days.

The last time – the first one actually – that I was in Paris was 11 years ago. It feels like a lifetime ago and even though not that many years passed, I’ve noticed really big differences between then and now. The city is a lot more touristic, a lot more confusing and crowed. Everything is more commercialised now which is a shame. But the rest is still the same. Parisians are still annoying – no offence though -, its architecture is still something to die for, amazing food, especially pastries.

In order not to flood one post with dozens of photos, I’ve decided to share them in a series of posts, each one with a different theme. So today’s theme is churches. I’m pretty sure that one of the first places people go to is the Notre Dame Cathedral. If we already thought that the queues were too long the first time we went there, which explains why we didn’t get in then, I believe it was even worse this time. If we think about individual people or families that go on holiday, it isn’t really a problem. The problem is actually the groups of tourists that are one of the most annoying things ever. They’re too big, too loud and too slow. They’re the main reason why the queues are so gigantic.

Either way. The first photographs are from Notre Dame. I’m sorry for the not so good quality of them, especially the ones inside because we were not  allowed to take photographs with flash, so they’re kinda rubbish. The last four photos are from the Saint-Séverin church, located in the Quartier Latin, and close to the apartment where we stayed. As additional information, both churches are from the Gothic period.

All of these photographs were edited with the programme ‘pixelmator’.

Paris 1 Paris 2 Paris 3 Paris 4 Paris 5 Paris 6 Paris 7 Paris 8 Paris 9 Paris 10 Paris 11 Paris 12 Paris 13 Paris 14 Paris 15

If I could travel… #5

Whenever and wherever I wanted to, right now I would be here: Biddinghuizen

lowlands festival
I think I will continue to complain about my bad luck when it comes to concerts until the day I get to see Bastille live (or Imagine Dragons or HAIM or god knows who else I can come up with in the next months). Not that being in a certain country guarantees you a huge number of concerts a priori – well unless you’re in the UK or in the States – but I felt a bit disappointed about the lack of concerts – non-mainstream ones I mean – in the Netherlands in the past year. But now that I’m not there anymore, it actually doesn’t suck that much.

I’m not a fan of festival – big crowds are not my thing – but this one would definitely convince me. The Lowlands Festival has been held at Biddinghuizen, in the Netherlands, since 1993, the year of the first edition of this festival. It started yesterday (21 August) and will last until tomorrow (23 August). My fascination for this year’s edition is because Bastille and Bleachers are going to perform. Well Bleachers have already performed yesterday. Bastille’s gig will be today.

Obviously Bastille isn’t the only big band featured in this festival, so this festival is actually even better than it sounds at first. Something that I don’t understand from the poster is the non-mention of Bastille as one of the head-bands. But that’s just a detail I guess.

Random | TV Shows to Watch

De momento acompanho cerca de umas vinte séries, e tenho outra tantas que gostaria de ver. Porque não dá para ver dezenas e dezenas de séries todos os anos, há sempre umas quantas que ficam de parte para se verem mais tarde. E quando o tempo não o permite, estas séries vão acumulando até se criarem longas listas, que cada vez parecem ter menos fim com a quantidade de séries novas que estreiam todos os anos.

Agora que penso nisso, o número vinte parece ser super excessivo. Mas realmente se eu pensar bem sobre isto até que não é nada de extraordinário. As séries que eu vejo não são todas transmitidas durante a mesma altura do ano e depois temos as nossas tão adoradas pausas. Algumas das séries que vejo têm apenas episódios de vinte minutos pelo que quase não roubam tempo nenhum do nosso dia. E até mesmo as séries com episódios de quarenta minutos são óptimas opções para vermos num momento de pausa ao almoço, lanche ou jantar. Bem na realidade se organizarmos bem os nossos dias, vinte séries até que nem é um número assim tão excessivo como parece à primeira vista.

Esta lista não podia ser mais variada. Algumas destas séries já têm uns aninhos e até mesmo algumas décadas, enquanto que outras começaram a ser apenas transmitidas recentemente. E há até mesmo algumas séries que ainda estão para estrear este ano e em 2016. Há também séries nesta lista que já acabaram, enquanto que outras já ultrapassaram uma dezena de temporadas.  E estou certa que também me estou a esquecer de algumas séries. Mas passando à lista de séries que gostaria de ver…

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