Desabafo #27

233Na newsletter do Observador do dia 27 de Abril de 2016 foi mencionada a seguinte citação:

Se vai para Lisboa de carro tenha paciência, muita paciência mesmo. Metade da cidade está em obras e os condicionamentos de trânsito são muitos. O ideal é aproveitar o bom tempo e andar a pé ou usar os transportes públicos.

Ao que me dá vontade de perguntar: Mas porquê renovar o alcatrão das estradas assim tão de repente e todas ao mesmo tempo, quando elas já estão a pedir um arranjo há anos e anos? Será que o Medina está assim conta tanto medo que o tirem do poleiro é? Ou será porque também é um não-faz-nada como o seu amiguinho antecessor que só sabe mandar plantar relva e uns arbustos? Bem… Da falta de mini-jardins não nos podemos queixar, está certo.

Hunter Original @ London Fashion Week Spring 2016

O post de hoje não é acerca de uma casa de moda, mas sim acerca de uma marca como que menos luxuosa. Esta é a nova colecção de Primavera/Verão da Hunter Original. Esta linha pertence à Hunter Boot Ltd., uma marca britânica de galochas e outro calçado de borracha, fundada por Henry Lee Norris em 1856. Para além de ser melhor conhecida pelas suas galochas, esta marca também produz roupa e acessórios.

Today’s post isn’t about a fashion house but about a somewhat less-luxury brand. This is the new Hunter Original’s Spring/Summer collections. This line belongs to Hunter Boot Ltd., a rubber wellington boot and footwear British brand, founded by Henry Lee Norris in 1856. Apart from being best known for their wellington boots, this brand also produces clothing and accessories.

Hunter Original Spring 2016 (1) Hunter Original Spring 2016 (2)This collection definitely transmits a light, colourful and sporty vibe. Perhaps sporty is the new casual. There is plenty to choose from when it comes to colours: from darker and more neutral colours to pastel and bright ones. But the main highlight of this collections is entered around its rubberised coats (outfits 1, 2, 3, 4 and 7), some of which are semi-transparent (outfits 5, 10 and 11). Despite it all, some more usual trens weren’t forgotten: there’re different patterns (outfits 1, 4, 5, 7 and 11) to choose from, along with midi-dresses, skirts, shorts, and shirts. This collection is basically the perfect choice for Glastonbury, or for a really rainy country.

Esta colecção transmite definitivamente uma sensação colorida, desportiva e de leveza. Se calhar desportivo é o novo casual. Há muito por onde escolher no que diz respeito a cores: desde tons escuros e mais neutros, até aos tons pastel e vivos. Mas o destaque principal vai mesmo para os casacos de borracha (conjuntos 1, 2, 3, 4 e 7), alguns dos quais são semi-transparentes (conjuntos 5, 10 e 11). Apesar disto, algumas das tendências mais comuns não foram esquecidas: também há muito para escolher no que toca a padrões (conjuntos 1, 4, 5, 7 e 11), para além de vestidos “midi”, saias, calções e camisas. Esta colecção é basicamente a escolha perfeita para Glastonbury, ou para um país verdadeiramente chuvoso.

O que acham desta colecção? Quais são os vossos conjuntos favoritos? | What do you think of this collection? Which outfits are your favourites?

Food for Thought | Sítios a visitar antes que desapareçam

maldivesO exagero que se lê nalgumas coisas… é algo de extraordinariamente impressionante. E até bastante engraçado nalguns casos. Antes de começar com o meu ponto de vista pouco ortodoxo acerca do assunto deste post, deixem-me esclarecer já uns detalhezitos. As alterações climáticas existem? Sim obviamente que sim, só alguém que não as quer ver é que se opõe a que estas estejam a decorrer. Foi o Homeme indo pela idiotice do BE, se calhar o melhor é escrever “Humanidade” antes que me esteja a ofender a mim mesma; já agora, os deputados sabem que se escrevermos Homem com letra maiúscula estamos literalmente a incluir qualquer pessoa da espécie Homo [sapiens] sapiens, certo?que provocou as alterações climáticas? LOL não. Por mais que tenhamos um ego gigantesco e um complexo de Deus que vai daqui até Plutão e volta, da última vez que verifiquei, quem manda na Natureza é mesmo a Natureza. Aliás é ela que manda nisto tudo e nem devia haver discussão – mas vá, esta é toda uma outra discussão. Mas estamos a piorar estes efeitos? Ahhh sim, isto sim é mais do que claro. Se calhar em vez só nos preocuparmos em vivermos como reis ou à grande e à francesa, como gostamos muito de dizer, que tal nos preocuparmos com o futuro das próximas gerações? Ah pois está claro, lá me estava a esquecer que devemos ser a espécie mais egocêntrica do Sistema Solar.

Mas indo ao cerne do post. Este artigo no Observador ainda me deu para rir um pouco. Este é o único texto que apresenta para introduzir uma galeria com imagens:

Quem disse que o paraíso não existe ainda não olhou com atenção para a Natureza que o rodeia: o mundo está repleto de recantos encantadores e memoráveis, brindados com paisagens estonteantes. Mas muitos deles estão agora ameaçados pelas alterações climáticas e podem deixar de existir daqui a menos de 15 anos. Faça as malas antes que seja tarde demais e visite os locais que estão a sucumbir às mudanças climatéricas.

Que isto vende jornais? Oh se não vende. Quanto maior for a desgraça e a alarvidade, maior deve ser o número de vendas. Já alguém em Sociologia e Antropologia pensou em fazer um estudo sobre isto? Deve dar um bom relatório para o final da Licenciatura. Isto da calamidade até soa bem para quem cujo relógio temporal só tem uns três séculos e para quem só vê os dados dos últimos 200 anos. Mas esquecem-se que a Natureza já existe há pelo menos uns 4.600 milhões de anos, e que nós só aparecemos nos últimos 200 mil anos. E que ao longo desta enormidade de anos a superfície do nosso planeta mudou drasticamente.

A maior parte das imagens apresentadas refecerem-se a glaciares ou calotes glaciares que, obviamente, estão a diminuir de tamanho. Como ditam as leis da Natureza, se nós não estamos num período glaciar, estas estruturas retrocedem; e depois progridem quando se sai dos períodos interglaciares. E estando nós num interglaciário estão à espera de quê, honestamente? E as temperaturas estão a aumentar e tal… Pois, normal. Hello e que tal se disser que já existiram períodos interglaciares mais quentes que o actual e que os nossos antepassados sobreviverem? Ahhh pois já me tinha esquecido que isto não está nos dados do século XIX. E que tal se disser que o último interglaciar durou cerca de 15 mil anos e que este ainda só tem uns 10/11 mil anos? E se disser que houve um que durou 28 mil anos? E que tal se disser ainda que estes períodos estão sobretudo relacionados com os ciclos orbitais (da Terra) de Milankovitch, e que investigadores apontam para que o próximo período glaciar só comece daqui a 50 mil anos? Se calhar a coisa até não é assim tão anormal.

Mas a parte mais gira da notícia é mesmo a legenda de uma das imagens do Mar Morto:

Mar Morto. Nos últimos 40 anos, o mar já diminuiu um terço. Em 50 anos pode desaparecer completamente.

Só tenho a dizer… é normal. O anormal é se ele não desaparecesse. O que esta gente não sabe investigar é que o Mar Morto, para além de ser um lago salgado ou hiper-salino, localiza-se numa região (semi)árida de Israel e da Jordânia; região esta que tem um balanço hídrico negativo, ou seja, há menos precipitação do que evaporação. E o que é que isto significa? Significa que a água evapora facilmente porque este lago, fechado, é alimentado por taxas de precipitação demasiado baixas para manter este lago sempre com os mesmos níveis de água. É claro que isto não acontece da noite para o dia, mas é um processo que só tem este fecho. E no lugar da água ficam os minerais que, em solução na água, precipitam à medida que esta é evaporada. Este é um dos ciclos mais banais do nosso planeta. A partir do momento em que o local onde está o Mar Morto reuniu estas condições, a sua colmatação estava mais do que traçada no seu destino. E não, a m***a  que temos andado a fazer nas últimas décadas em nada influenciou isto. Aos vários milhares de anos que aquela já é uma região (semi)árida.

E no meio disto tudo, só penso que se deveria abrir a pestana ao pessoal e fazer-lhes entender que as alterações climáticas são reais – no qual, porém, claramente não está incluído o tópico do último parágrafo -, mas que em vez de andarmos aqui a brincar aos Deuses e a querermos moldar a Terra a nosso belo prazer – porque na realidade quem somos nós para mandar nisto, quando somos das espécies mais recentes que por cá andam -, que tal optarmos por pensar em modos alternativos de vida, modos que não sejam tóxicos para o nosso planeta, porque sem ele não temos outra “casa”?

Random | Exame de Código

59Dois meses e vinte dias depois tenho o código feito com distinção. Honestamente não acredito que o exame em si seja muito complicado, mas não deixo de me sentir orgulhosa por ter acertado em todas as perguntas.

Não sei que método de estudo usam a maior parte das pessoas, mas o meu estudo baseou-se em ler o livro do código de uma ponta à outra – ao longo de vários dias está claro, que tudo de enfiada não faz bem a ninguém – e fazer o maior número de testes possíveis no website “bom condutor” – aqui o melhor é fazer pausas entre conjuntos de 5 ou 10 testes que façam, dependendo da média de minutos que precisem para os terminar. O melhor destes website é que as perguntas são quase – se não mesmo – tal e qual as que aprecem no exame. E além do mais permite-nos saber que perguntas erramos, quais são as respostas certas e controlar a nossa taxa de (in)sucesso.

Agora é acabar as onze aulas de condução que me faltam para poder fazer o exame. Só espero é que este me corra melhor. Claramente já estou muito muito melhor do que estava no início – o que também não é muito difícil de se acreditar -, mas mesmo assim os méis estacionamentos ainda estão meio-ranhosos. Posso estacionar duas vezes seguidas e, se for preciso, da segunda vez deixo o carro meio torto, ou longe demais. Bem lado positivo ainda não bati nem em passeios nem nos carros ao lado.

Giambattista Valli @ Paris Fashion Week Spring 2016

Hoje vou apresentar-vos mais uma colecção. Esta é, então, a nova colecção de Primavera/Verão de Giambattista Valli. Esta é uma casa de moda italiana criada pelo próprio Giambattista Valli, por volta do ano de 2005. Esta cada de moda tem colecções em ambos os sectores de pronto-a-vista e alta costura. Tendo vindo a ser mostradas durante a Semana da Moda de Paris desde 2005, as suas peças de roupa já foram usadas por várias celebridades, incluindo Penélope Cruz, Natalie Portman, Zoe Saldana e Halle Berry.

Today I will be presenting yet another collection. This is the new Giambattista Valli‘s Spring/Summer collection. This is an Italian fashion house created by Giambattista Valli himself around 2005. This fashion house holds collections in both ready-to-wear and haute couture sectors. Being shown during the Paris Fashion Week since 2005, his pieces of clothing have been worn by many celebrities, such as Penélope Cruz, Natalie Portman, Zoe Saldana, and Halle Berry.

Giambattista Valli Spring 2016 (1) Giambattista Valli Spring 2016 (2)Even though it incorporates pieces of clothing with brighter colours, this collection is mostly characterised by the use of neutral colours, such as white and gray, and pastel colours, such as pink. One of the main features to be highlighted is also the fact that this fashion designer opted for an almost exclusive use of fluid pieces of clothing. As for the rest, these are the trends that we know so well by now: patterns (outfits 5, 6, 7, 8 and 9), chiffon (outfits 5, 8, 9, 10, 11 and 12), embroidery (outfit 7), and the ever so used gladiator sandals, even though these ones present a slightly different model than that we’re used to.

Apesar de conter alguma peças com cor, esta colecção é basicamente caracterizada pelo uso de cores neutras (sobretudo o branco e o cinzento) e de cores pastel (como o rosa). Um dos principais aspectos a destacar é também a aposta que foi feita em peças fluídas. De resto, a colecção apresenta um conjunto de tendências já bastante conhecidas: padrões (conjuntos 5, 6, 7, 8 e 9), chiffon (conjuntos 5, 8, 9, 10, 11 e 12), bordados (conjunto 7) e as, cada vez mais utilizadas, sandálias de gladiador, ainda que num modelo um tanto ou quanto diferente daquele a que estamos habituados.

O que acham desta colecção? Quais são os vossos conjuntos favoritos? | What do you think of this collection? Which outfits are your favourites?

TV Show review | Shadowhunters* **

Shadowhunters*spoiler free post
**this is a long-ass post

Shadowhunters” é uma série de fantasia norte-americana baseada em “The Mortal Instruments” de Cassandra Clare. Ela foi desenvolvida por Ed Decter e produzida pela Constantin Film. Esta série conta a história de Clary Fray que, no seu 18º aniversário, descobre que é uma shadowhunter – um humano com sangue de anjo que protege outros humanos de demónios. Durante esta mesma noite, a sua mãe é raptada por membros do “The Circle” – um grupo elitista do mundo das sombras -, pelo que Clary começa uma jornada para encontrar a sua mãe, com a ajuda do seu melhor amigo, Simon, e de outros três shadowhunters, Alec, Izzy e Jace. (x) A primeira temporada já foi totalmente transmitida nos Estados Unidos, e a segunda temporada irá começar no próximo ano.


Shadowhunters” is an American fantasy TV show based on “The Mortal Instruments” by Cassandra Clare. It was developed by Ed Decter and produced by Constantin Film. This show tells the story of Clary Fray who, on her 18th birthday, learns that she is a shadowhunter – a human with angelic blood who protects humans from demons. During this same night, her mother is abducted by members of “The Circle” – an elitist group from the shadow world -, so Clary starts on a quest to find her mother, with the help of her best friend, Simon, and three other shadowhunters, Alec, Izzy and Jace. (x) Its first season has already aired in the United States, and the second one is set to premiere next year.

Eu acredito que esta série tinha muito que penar e trabalhar para ter sucesso, especialmente tendo em conta as expectativas que se criaram à sua volta depois da adaptação para filme ter sido um desastre. Os primeiros episódios podem-nos ter deixado na dúvida em relação ao seu potencial e futuro, mas eu penso que desde então eles têm vindo a fazer um muito bom trabalho. Esta não é propriamente aquela típica série vencedora de dezenas de prémios – especialmente porque as categorias de fantasia e sobrenatural são super subestimadas; é mais aquela vossa série normal – girl/boy-next-door como se diz em inglês. Muito poucas pessoas conseguem atingir aquilo que a Shonda Rimes fez com How To Get Away with Murder, por exemplo, mas Shadowhunters também não é assim tão terrível como parece à primeira vista ou como algumas pessoa a pintaram. Eu sei que tenho de concordar com o facto de alguns actores precisarem de adicionar mais força e emoção às suas prestações, mas tem-se vindo a ver um incrível melhoramento desde o primeiro episódio. Com uma segunda temporada a ser produzida, há mais do que espaço para tratar de algumas pontas soltas, isto é, tempo para desenvolverem melhores prestações, não despedir alguém. E além do mais não há assim tantas séries que tenham primeiras temporadas absolutamente perfeitas. Porém, Shadowhunters tem mesmo a seu favor o facto de ser altamente agradável, o que eu penso ser um dos pilares das séries.

Sendo esta uma série sobrenatural e de fantasia, é mais do que óbivo que depende de efeitos especiais, que na realidade não são assim tão maus como as pessoas os têm vindo a descrever. Quer dizer, há séries que já andam por estes lados há anos – *coff* OUAT *coff* – e continuam a ter uma equipa de efeitos especiais muito má. Mas metendo este assunto de parte, eu tenho é de dar os parabéns a quem quer que esteja responsável pela banda sonora – algumas cenas, se não mesmo todas, foram imensamente reforçadas pelas músicas que tocavam no pano de fundo – e pelos efeitos de áudio desta série. Se quisermos ser mesmo muito picuinhas, estou certa que podemos encontrar qualquer coisa para reclamar mesmo nas séries mais prezadas de todos os tempos, mas para ser sincera, estes dois departamentos são cinco estrelas. Os seus efeitos de áudio são sem dúvida um dos melhores aspectos desta série.

O Matthew Daddario e a Emeraude Toubia tem algumas das melhores e mais fortes prestações nesta série. Mas para mim a maior surpresa foi o Harry Shum Jr., não porque tinha razões para duvidar das suas capacidades de actuação, mas porque nunca lhe foi dada uma oportunidade adequada enquanto ele estava no Glee – aquilo mais parecia que ele era um adereço. E o mesmo digo para o Dominic Sherwood, o Alberto Rosende e o David Castro. Ser um bom actor não implica apenas saber-se debitar uma quantidade enorme de linhas e fazê-lo parece uma qualquer conversa mundana normal. Isto também implica transmitir emoções e sentimentos através dos nossos olhos e expressões faciais. E é exactamente aqui que estes actores se têm estado a destacar nesta série.

Mas indo directamente para os aspectos que são realmente importantes acerca desta série… O seu elenco principal inclui não só um mas sim 4 actores POC e o seu elenco secundário inclui mais 5 actores POC. Dois dos seus principais actores pertencem à comunidade LGBTQ e, até ao momento, são o único casal canon na série. Isto pode não parecer muito – porque sejamos sinceros, o nosso mundo é muito mais diverso do que isto – mas este é na realidade um muito bom ponto de partida; estes detalhes são muito importantes. Apesar do que muita gente pode dizer para aí, há pessoas – especialmente os mais novos – que admiram personagens de séries e filmes, por isso é mais do que importantíssimo termos cuidado com o que lhes é apresentado. Estes detalhes na série só demonstram que todos nós importamos; demonstram que não importa qual é que é a nossa orientação sexual porque todos nós somos importantes; demonstram que não interessa de onde vimos, nós continuamos a ser importantes. Mas estes aspectos positivos não acabam aqui. Tantas mas tantas séries retratam uma quantidade gigantesca de relações tóxicas, nocivas e ilegais, o que faz com que seja impossível retirar daqui algum bom exemplo. Mas está série conseguiu de algum modo ser a excepção e estabelecer aqui um bom exemplo. E não falo aqui apenas de relações amorosas mas também de qualquer outro tipo de relação que vocês se possam lembrar. Finalmente temos irmãos que realmente se apoiam uns aos outros, raparigas que se respeitam e tratam bem umas às outras, adultos que resolvem os seus problemas e não agem como crianças mimadas – *coff* Grey’s Anatomy *coff*. Acreditem que eu poderia continuar aqui por várias horas a falar do quão espectactulares estas personagens são, mas vou deixar por terminados os meus comentários, por agora. No final, eu estou bastante feliz por ter começado a acompanhar esta série – agora é esperar que eles não estraguem o óptimo trabalho que começaram.


I believe that this show had a lot to live up to, considering all the expectations created around it after the film adaptation proved to be a complete flop. The first couple of episodes may have left us concerning about its potential and future, but I think they’ve been doing a pretty damn good job ever since. This isn’t your typical award-winning show – especially when fantasy and supernatural genres are always underestimated -; it’s more like your girl/boy-next-door kinda show. Not that many people can master or archieve what Shonda Rhimes did with How To Get Away with Murder, for example, but Shadowhunters isn’t that terrible as it may seem at first or as some people paint it. I have to agree that some of its actors need to add more strength and emotion to their acting, but there has been a considerable and clear improvement since the first episodes. With a second season on the making, I believe there’s still room to tie some loose ends, by which I mean developing a stronger acting power, not firing someone. And besides not that many shows have such strong first seasons. However, Shadowhunters does have in its favour the fact that it is really entertaining, which I think is one of the pillars of TV shows.

Being this a supernatural/fantasy TV show, it obviously relies on visual effects which aren’t that horrible as people describe them to be. I mean there are shows that have been around for quite some time – *cough* OUAT *cough* – and still have a pretty lousy visual effects team. This matter aside, I do have to congratulate whoever is in charge of the soundtrack – some scenes, if not all of them, have been immensely enhanced by the songs playing on the background – and the audio effects. If we wan to be too picky I’m sure we can find something to complain about even in the most highly praised show of all times, but to be honest these two departments are A+. Their audio effects are definitely one of their strongest best features.

Matthew Daddario and Emeraude Toubia have some of the best and strongest performances on this show. But for me the biggest surprise was Harry Shum Jr., not because I had reasons to doubt his acting skills, but because he was never given a proper chance at actually acting while he was on Glee – sometimes it actually felt like he was just a set prop. And the same goes for Dominic Sherwood, Alberto Rosende and David Castro. Being a good actor doesn’t just mean that you can drop lines making it sound like a normal mundane conversation. It also means that you can convey emotion and feelings through your eyes and facial expressions. And this is exactly what I think these actors are bringing to this show.

But moving onto the definitely important features that this show is bringing to the table… Its main cast includes not only one but four POC and its recurring cast includes five more POC actors. Two of its main characters belong to the LGBTQ community and so far they’re the only canon couple on the show. It might not seem as much – because let’s be honest, the world is far more diverse than this – but this is a really good starting point; these details are really important. No matter what we can say about this subject, people – especially young people – do look up to characters they see on shows and films, so it bloody matters what’s shown to them. These kind of things show us that we all matter; it shows us that no matter what your sexual orientation is you’re important; it shows us that no matter where you come from you matter. But these positive features don’t end just here. Sooooo many shows portray such a big amount of poisonous, hurtful and illegal relationships, that’s difficult to actually take any kind of example from them. But this show somehow managed to set up a pretty damn good example for once. And I’m not only talking about romantic relationships but also about whatever other kind of relationships you guys can think of. For once we have siblings who truly support each other, girls who respect and treat each other well, adults actually solving their crap and not acting like spoiled children – *cough* Grey’s Anatomy *cough*. I could go on and on and on about how amazing these characters are, but I’ll rest my case for now. At the end I’m really happy I started watching this show – I just hope that they don’t mess up the good work they’ve started.

251 250Quem é que também acompanha esta série? | Who also follows this show?

FashionSkribo apresenta… “The Jungle Book”

The Jungle Book_movie posterThe Jungle Book” é uma nova adaptação da aventura épica de Mowgli, um menino órfão que tem sido criado por uma família de lobos. Mas Mowgli descobre que ele já não é bem-vindo na selva, quando o temível tigre, Shere Khan, que carrega as cicatrizes do Homem, promete eliminar o que ele vê como uma ameaça. Forçado a abandonar a única casa que ele já conheceu, Mowgli embarca numa cativante jornada de auto-descoberta, guiado pelo seu mentor pantera, Bagheera, e por um urso independente, Baloo. Ao longo do caminho, Mowgli encontra criaturas da selva que não têm exactamente o melhor dos seus interesses no coração, incluind Kaa, uma pitão cuja voz sedutora e olhar hipnotizam o pequeno órfão, e o bem falante Rei Louie, que tenta coagir Mowgli a dar-lhe o segredo para a indescritível e mortal flôr vermelha: o fogo.

Realizado por Jon Favreau e produzido por Brigham Taylor e Jon Favreau, “The Jungle Book” conta com a participação de Neel Sethi, Bill Murray, Ben Kingsley, Idris Elba, Lupita Nyong’o, Scarlett Johansson, Giancarlo Esposito, Christopher Walken, Ritesh Rajan, Garry Shandling, Brighton Rose, Sam Raimi, Russell Peters, Jon Favreau, Madeleine Favreau, Sara Arrington, Dee Bradley Baker, Artie Esposito, Sean Johnson e Allan Trautman, entre outros. Este filme é baseado no livro homónimo de Rudyard Kipling, cuja adaptação para o grande ecrã foi escrita por Justin Marks.

The Jungle Book‘ is an all-new live-action epic adventure about Mowgli, a man-cub who’s been raised by a family of wolves. But Mowgli finds he is no longer welcome in the jungle when fearsome tiger Shere Khan, who bears the scars of Man, promises to eliminate what he sees as a threat. Urged to abandon the only home he’s ever known, Mowgli embarks on a captivating journey of self-discovery, guided by panther-turned-stern mentor Bagheera, and the free-spirited bear Baloo. Along the way, Mowgli encounters jungle creatures who don’t exactly have his best interests at heart, including Kaa, a python whose seductive voice and gaze hypnotizes the man-cub, and the smooth-talking King Louie, who tries to coerce Mowgli into giving up the secret to the elusive and deadly red flower: fire.” (x)

Directed by Jon Favreau and produced by Brigham Taylor and Jon Favreau, “The Jungle Book” stars Neel Sethi, Bill Murray, Ben Kingsley, Idris Elba, Lupita Nyong’o, Scarlett Johansson, Giancarlo Esposito, Christopher Walken, Ritesh Rajan, Garry Shandling, Brighton Rose, Sam Raimi, Russell Peters, Jon Favreau, Madeleine Favreau, Sara Arrington, Dee Bradley Baker, Artie Esposito, Sean Johnson, and Allan Trautman, amongst others. This film is based on Rudyard Kipling’s eponymous novel, whose adapted screenplay was written by Justin Marks.

Até ao momento, este filme tem uma classificação de 95% (com base em 182 críticas) no website rottentomatoes, o qual apresenta o seguinte comentário: “tão lindo de se ver como é cativante de assistir, ‘The Jungle Book‘ é um raro remake que é realmente melhor que os seus antecessores – tudo ao mesmo tempo que estabelece um novo padrão para as técnicas de CGI”. “The Jungle Book” tem sido bastante prezado pela crítica. Peter Bradshaw (The Guardian) escreveu que este filme é “espectacular, emocionante, engraçado e divertido” e que ele conseguiu recriar o espírito do filme original da Disney. Andrew Barker (Variety) e Chris Nashawaty (Entertainment Weekly) partilham da mesma opinião, ainda que este último crítico acrescente que as duas músicas que foram cantadas são talvez desnecessárias e, que o filme poderá ser um pouco assustador para crianças.

So far this film has a score of 95% (based on 182 critics) on the rottentomatoes website, which presents the following comment: “as lovely to behold as it is engrossing to watch, ‘The Jungle Book’ is the rare remake that actually improves upon its predecessors — all while setting a new standard for CGI”. “The Jungle Book” has been highly praised by the critics. Peter Bradshaw (The Guardian) wrote that this film is “spectacular, exciting, funny and fun” and that it “handsomely revives the spirit of Disney’s original film“. Andrew Barker (Variety) and Chris Nashawaty (Entertainment Weekly) share this same opinion, even though the latter critic has also mentioned that the two songs that were sung in the film are rather unnecessary, and that this film may be somewhat scary for children.

the jungle book_movie pictureThe Jungle Book” estreou nos passados dias 14 e 15 de Abril em Portugal e nos Estados Unidos da América, respectivamente. O conteúdo apresentado neste post foi retirado dos seguintes sites: movieweb.com, en.wikipedia.org, rottentomatoes.com e mag.sapo.pt/cinema.

The Jungle Book” premiered on the 15th April in the United States, United Kingdom, and Canada. It has also already premiered in several other countries. The information provided in this post was taken from the following websites: movieweb.com, en.wikipedia.org, rottentomatoes.com and imdb.com.

Quem é que tem curiosidade em ver este filme? | Anyone interested in watching this film?