Coach @ New York Fashion Week Fall 2016

Hoje é a vez de vos apresentar a nova colecção de Outono/Inverno da Coach. Esta é uma empresa de moda de luxo americana, criada em 1941 por Dawn Hughes. Apesar de ser melhor conhecida pelos seus acessórios de pele, tanto para mulheres como para homens, a Coach tem estado a deixar a sua marca no campo das colecções de pronto-a-vestir.

Today it is the time for me to present you guys the new Coach’s Autumn/Winter collection. This is an American luxury fashion company founded in 1941 by Dawn Hughes. Even though it is better known for its leather accessories, equally for women and men, Coach has been leaving its mark in the field of ready-to-wear collections.

Coach Fall 2016 (1) Coach Fall 2016 (2)As the opposite of what I have been showing with the past collections, this one presents pieces of clothing much more colourful and, in a certain way – though this is highly subjective -, much younger. Even though there are a few pieces of clothing in neutral colours, the highlight goes to the more vivid and brighter colours, such as blue and red, without forgetting the presence of brown. The main highlight of this collection goes to the bomber (outfits 1, 2, 3, 4, 5 and 6) and leather jackets (outfits 5 and 6), as well as to the more tradicional Winter coats (outfits 7, 8, 9, 10 and 11). It is also worth mentioning the following trends: fur (outfits 7, 8, 9 and 11), leather (outfits 3, 5 and 11), suede (outfit 8), and patterns (outfits 1, 4, 6, 7, 8, 11 and 12). I admit that I am totally in love with the bomber jackets; any one of them would be more than welcomed into my closet.

E ao contrário das anteriores colecções, esta apresenta peças muito mais coloridas e, de certo modo – ainda que tudo isto seja muito subjectivo -, mais jovens. Embora ainda se apresentem algumas peças em cores neutras, o destaque vai mesmo para tonalidades mais vivas, como o azul e o vermelho, não esquecendo a elevada presença do castanho. O principal destaque desta colecção vai para os casacos bomber (conjuntos 1, 2, 3, 4, 5 e 6) e os casacos de cabedal (conjuntos 5 e 6), bem como para os tradicionais casacos de Inverno (conjuntos 7, 8, 9, 10 e 11). É ainda de salientar as seguintes tendências: pêlo (conjuntos 7, 8, 9 e 11), cabedal (conjuntos 3, 5 e 11), camurça (conjunto 8) e padrões (conjuntos 1, 4, 6, 7, 8, 11 e 12). Eu admito que estou completamente fascinada pelos bombers; qualquer um deles era bem-vindo para o meu guarda-roupa.

O que acham desta colecção? Quais são os vossos conjuntos favoritos? | What do you think of this collection? Which outfits are your favourites?

Carolina Herrera @ New York Fashion Week Fall 2016

Hoje apresento-vos a nova colecção de Outono/Inverno da Carolina Herrera. Esta é uma casa de moda americana, criada em 1980 pela própria Carolina Herrera. Até ao momento, esta marca de luxo tem 28’0 lojas em 104 países. Para além da sua colecção de pronto-a-vestir, esta casa de moda também tem outra linha: CH Carolina Herrera (criada em 2008). Esta casa de moda tem vestido diversas figuras femininas importantes, como a antiga primeira dama Jacqueline Kennedy Onassis, e a Princesa Diana de Orleães, Duquesa de Anjou, Duquesa do Cadaval.

Today I present you guys the new Carolina Herrera’s Autumn/Winter collection. This is an American fashion house created in 1980 by Carolina Herrera herself. So far, this luxury brand has 280 stores in 104 countries. Apart from its ready-to-wear collection, this fashion house also has another line: CH Carolina Herrera (created in 2008). This fashion house has dressed several important female figures, such as the former first lady Jacqueline Kennedy Onassis and Princess Diana of Orléans, Duchess of Anjou, Duchess of Cadaval.

Carolina Herrera Fall 2016 (1) Carolina Herrera Fall 2016 (2)We are still in the same line of sober collections, whose highlight here goes once again to the contrast between neutral colours (mainly black and white, but also grey), but where these is still some colourful details, either due to the introduction of some patterns (outfits 5 and 9), or due to the choice of using lighter colours, in this case a sort of cyan (greenish-blue; outfits 6, 7 and 8). This collection is fluid, obviously for the presence of fluid fabrics in its dresses, and it includes the remaining trends: fur (outfit 11), midi-skirts (outfits 4, 5 and 6), midi- (outfit 11) and maxi-dresses (outfits 8, 9 and 10), pleated skirts (outfit 12), and chiffon (outfits 1, 6 and 7).

Continuamos mais uma vez numa mesma linha de colecções sombrias, cujo destaque aqui vai novamente para um contraste entre cores neutras (sobretudo o branco e preto, mas também o cinzento), mas onde existem alguns detalhes coloridos, quer pela introdução de alguns padrões (conjuntos 5 e 9), quer pela escolha do uso de tonalidades mais claras, aqui com uma espécie de verde-água (conjuntos 6, 7 e 8). Esta é uma colecção bastante fluída, claro está pela presença de tecidos fluídos nos seus vestidos, e inclui as restantes tendências: pêlo (conjunto 11), saias midi (conjuntos 4, 5 e 6), vestidos midi (conjunto 11) e maxi (conjuntos 8, 9 e 10), saias plissadas (conjunto 12) e chiffon (conjuntos 1, 6 e 7).

O que acham desta colecção? Quais são os vossos conjuntos favoritos? | What do you think of this collection? Which outfits are your favourites?

FashionSkribo apresenta… “Southside With You”

Southside With You_movie posterInspirado pelo primeiro encontro de Barack e Michelle Obama, ‘Southside With You” reconta um agitado dia de Verão em 1989, quando um jovem associado de um escritório de advogados, Barack Obama, tentou cortejar uma advogada, Michelle Robinson, durante um encontro que durou um dia inteiro, e que os levou desde o Art Institute of Chicago até uma exibição de ‘Do the Right Thing? de Spike Lee e até ao local do seu primeiro beijo em frente a uma geladaria.” (x)

Realizado por Richard Tanne e produzido por Tika Sumpter, Robert Teitel e Richard Tanne, “Southside With You” conta com a participação de Parker Sawyers, Tika Sumpter, Vanessa Bell Calloway, Phillip Edward van Lear, Deanna Reed-Foster, Jerod Haynes, Tom McElorynas, Taylar Fondren e Donn Carl Harper, entre outros. O argumento original deste filme foi escrito por Richard Tanne.

Inspired by Barack and Michelle Obama’s first date, ‘Southside With You‘ recounts the eventful summer day in 1989 when a young law firm associate named Barack Obama tried to woo lawyer Michelle Robinson during a daylong date that took them from the Art Institute of Chicago to a screening of Spike Lee’s Do the Right Thing to the site of their first kiss outside of an ice cream parlour.” (x)

Directed by Richard Tanne and produced by Tika Sumpter, Robert Teitel, and Richard Tanne, “Southside With You” stars Parker Sawyers, Tika Sumpter, Vanessa Bell Calloway, Phillip Edward van Lear, Deanna Reed-Foster, Jerod Haynes, Tom McElorynas, Taylar Fondren, and Donn Carl Harper, amongst others. This film’s original screenplay was written by Richard Tanne.

Até ao momento, este filme tem uma classificação de 93% (com base em 97 críticas) no website rottentomatoes, o qual apresenta o seguinte comentário: “Southside With You” é um retrato fiel de uma data real, como prestações fortes e um diálogo envolvente, somando-se a um romance que, no seu próprio direito, é digno de um bom ‘movie date’”. Este filme tem recebido muito boas críticas, em que ambos realizador e actores principais são prezados pelo seu excelente trabalho. O realizador é caracterizado como tem uma direcção impressionista ágil, embora Swayers e Sumpter tenham conseguido capturar maravilhosamente o espírito das pessoas que estão a representar (Richard Brody, New Yorker; Edward Douglas, NY Daily News; Peter Travers, Rolling Stone; Justin Chang, Variety).

So far this film has a score of 93% (based on 97 reviews) on the rottentomatoes website, which presents the following comment: “Southside with You‘ looks back on a fateful real-life date with strong performances and engaging dialogue, adding up to a romance that makes for a pretty good date movie in its own right”. This film has been receiving very good reviews, in which both director and main actores are praised by their excellent work. The director is characterised by his agile directorial impressionism, even though Swayers and Sumpter have beautifully captured the spirit of the people they’re portraying (Richard Brody, New Yorker; Edward Douglas, NY Daily News; Peter Travers, Rolling Stone; Justin Chang, Variety).

Southside With You_movie pictureSouthside With You” estreia hoje (26 Agosto) nos Estados Unidos da América. De momento não há qualquer estreia prevista para Portugal. O conteúdo apresentado neste post foi retirado dos seguintes sites: movieweb.com, en.wikipedia.org e rottentomatoes.com.

Southside With You” premieres today (August 26th) in the United States. It will premiere in a few countries – France, Germany, Singapore, United Kingdom, Spain, and Italy – until the end of this year. The information provided in this post was taken from the following websites: movieweb.com, en.wikipedia.org, rottentomatoes.com and imdb.com.

Quem é que tem curiosidade em ver este filme? | Anyone interested in watching this film?

Food for Thought | Feminism

Há alturas em que tenho mesmo muita pena da má informação que algumas pessoas recebem. É certo que somos livres de formarmos e termos a nossa própria opinião, mas há coisas que não conseguem mesmo passar-me ao lado. Já não me admira e já não me faz confusão um homem dizer que não é feminista e ter um certo horror à palavra, mas agora uma mulher, só me apetece dizer:

204Não é mentira nenhuma que a palavra “feminismo” tem a sua má fama, mas isso não implica que se feche os olhos aos problemas à nossa volta, sobretudo quando afectam o nosso género. Um pouco de orgulho em ser mulher, não? Escrevo estas duas frases ao texto mais triste e mais desanimador que já li nos últimos tempos: então não é que a miúda disse com todas as palavras que não havia sentido para as mulheres brancas ocidentais serem feministas, por sermos aquelas mais privilegiadas? Desculpem as próximas palavras, mas a gaja só pode estar a gozar com a minha cara, certo? Ok que temos mais direitos, mais privilégios, mais oportunidades, mais isto e mais aquilo, que as restantes mulheres, mas isso não implica que não possamos ser proactivas. É por estes pensamentos elitistas e de superioridade racial é que estamos na alhada social em que estamos. Qual é o objectivo de lutar por algo se o apoio para tal não vem de todos os lados? Porque é que por ser branca e ocidental não posso defender o direito à igualdade de géneros – que é no fundo aquilo pelo qual se está a lutar? Não sei, mas talvez, se usássemos o nosso white privilege para fazer algo de bom as nossas futuras gerações, em vez de dizermos idiotices?

E um dos outros argumentos também foram lindos. Há menos mulheres na área das STEM e em posições elevadas – daquelas como CEO e afins, y’know – por escolha própria. A minha resposta é um autêntico:

282É certo que há quem faça esta escolha e não tenho absolutamente nada contra isso; mas a questão aqui é não só a dificuldade de acesso a estas posições por mulheres – porque continuam-se a preferir homens -, mas também uma mentalidade de séculos e séculos que diz que o lugar da mulher é na cozinha, e não atrás de uma laboratório de investigação científica e muito menos como CEO de uma grande empresa. É só pensar um bocadinho… Quantas grandes descobertas científicas são oficialmente atribuídas às mulheres que nelas participaram? Quantas CEO é que são entrevistadas nos dias de hoje? Mas os argumentos surreais não ficam por aqui. A miúda ainda diz que é errado dizer-se que as mulheres não recebem o mesmo que os homens, até porque estão maioritariamente em empregos que pagam pior aos seus trabalhadores. A esta altura do texto só me pude perguntar em que mundo paralelo é que a miúda vive. Uma morada agradecia-se que isto na Terra está a ficar um bocado crítico. Maybe, em empregos em que apenas se pague o ordenado mínimo toda a gente acabe por receber o mesmo, mal que não seja porque na teoria é suposto não se pagar menos que o ordenado mínimo. Mas agora não me venham cá com contos de fadas da Disney porque em posições mais elevadas os salários são completamente díspares. E a miúda que me desculpe também, mas o facto de podermos e querermos engravidar não implica que trabalhemos menos e por isso tenhamos que receber menos que um homem com uma posição empregatorial igual – enquanto a minha mãe esteve grávida de mim e até eu ter uns 8 anos, ela trabalhou, estudou (curso superior) e cuidou de mim ao mesmo tempo, sem isso ter alguma vez implicado prejuízos nas suas funções como mãe, aluna e trabalhadora. Quem não vê estas disparidades salariais ou é muito cego, ou não as quer mesmo ver à frente dos seus olhos.

E depois existam uns quantos comentários acerca do assédio e da violência a que somos sujeitas e da rape culture. É claro que as vítimas aqui não são só as mulheres, por isso, para que raio é que o feminismo importa aqui? Epá não sei, se calhar com a igualdade de géneros seria mais fácil para os homens perceberem que não há vergonha em admitir fraqueza e a posse de sentimentos, não? Se calhar era uma maneira de acabarem-se com estes estereótipos que homem não tem sentimentos e que isso é só coisa de gaja, não? A verdadeira questão aqui não é ver quem é que tem a maior quantidade de vítimas – o objectivo não é uma guerra de sexos como a comunicação social gosta muito de referir a questão do feminismo -, embora não deixem de ser números importantíssimos, mas sim o modo como a nossa sociedade funciona. O mal está em ensinarem-se muitos rapazes que eles têm legitimidade para fazerem o que quiserem, e que nós (mulheres) somos basicamente das escravas do seu prazer. O mal está em ensinarem-se muitas raparigas que eles têm de ser submissas aos homens da sua vida. O mal está em ensinar-se que a culpa é sempre da vítima. O mal está em não se admitir que isto é um problema.

gender rolesHonestamente, o post da miúda teria sido mais acertivo se estivesse apenas a apontar para o lado mais extremista do feminismo, e não a condenar o movimento geral em si. Não é por as más acções de uma minoria que devemos condenar uma população inteira. A sociedade já é problemática on its own, não precisamos de a envenenar mais. O problema aqui é a má informação que é passada pela comunicação social: só transmitem metade da informação e os eventos mais escandalosos, que é aquilo que vende mais; a informação real e menos revolucionária fica esquecida.

Food for Thought | Sexism at the Olympics 2016

257Como em qualquer competição desportiva em que se tenham comentadores, há sempre muita idiotice a ser dita. E começo por um dos comentários mais idiotas que eu já ouvi. Primeiros dias das provas de natação e numa das eliminatórias está a participar o Michael Phelps. Até aqui muito bem, o problema é quando um dos comentadores da RTP diz esta brilhante pérola: *mais palavra, menos palavra* “magnífica prova e o Michael Phelps está em excelente forma depois de ter sido pai”. Ohhhh sim claro porque deve ter sido um inconveniente ele ter sido pai, nem imagino o quão complicado foi voltar à forma depois de ter feito sexo com a mulher e a ter engravidado. O rapaz até é um cavalo marinho e na realidade foi ele que deu à luz à criança.

E há que também não esquecer os comentadores da RTP no que tocou às provas de ginástica artística feminina. Não só foi de muito mau gosto rebaixarem uma atleta pelo seu peso – quando na realidade a rapariga não podia ser mais saudável -, como foi completamente sexista e machista terem usado atletas masculinos para medir as capacidades atléticas das ginastas. É incrível como ainda vivemos numa sociedade em que o homem é visto como o god almighty, ao qual todos os seres inferiores – aka as mulheres – têm de ser obrigatoriamente comparados.

Mas não fomos os únicos com estes comentários. No meio de tanta idiotice, os comentadores da NBC devem ter atingido um novo recorde de estupidez colectiva: compararam a Simone Biles e a Katie Ledecky – ambas campeãs olímpicas no Rio em diversas provas – a atletas masculinos, como se esta fosse a única maneira de se conseguir medir o valor dela; estavam estupefactos como é que a Dana Vollmer continuou a competir a um alto nível depois de ter sido mãe – à mais de um ano, diga-se -, como se a gravidez nos tornar-se inválidas para o resto da vida; o crédito de todo o esforço e dedicação da Katinka Hosszu foi dado ao seu marido, que por acaso é o seu treinador – isto é tão estúpido como culpar os treinadores pela porcaria que os seus jogadores fazem nos jogos. E isto tudo para além de insinuarem que desporto não é uma coisa de mulheres, que estas só vêem os Jogos Olímpicos como uma espécie de reality show.

E o cúmulo do sexismo nestes Jogos Olímpicos deu-se quando vários jornalistas americanos (e se calhar de outros países também) desculparam as acções dos nadadores norte-americanos que vandalizaram uma bomba de gasolina como sendo simplesmente atitudes de crianças, ao mesmo tempo que criticaram a Gabby Douglas por esta apresentar uma expressão pouco alegre enquanto assistia a algumas provas de ginástica artística nas bancadas da arena. O ar matador que o Michael Phelps fez ao Chad Le Clos – rivais desde Londres 2012 – ninguém comentou, mas a pobre da Gabby Douglas foi logo publicamente crucificada. E desculpem-me lá mas dizer que as atitudes do Ryan Lochte e dos outros nadadores foi coisa de criança, foi a coisa mais absurda que eu já ouvi. Desde quando é que homens de 30 e tais anos são crianças? Desde quando é que por serem atletas federados todos os seus crimes e ofensas públicas podem ser automaticamente desculpados?

Não é que nada disto me surpreenda porque infelizmente não há nada de novo aqui, mas os duplos standards da sociedade ainda me fazem muita confusão, especialmente se pensarmos que vivemos no século XXI. Não é que alguma vez tenha estudado textos referentes aos Jogos Olímpicos da Roma Antiga – nem sei se alguém já estudo isto a fundo, mas tenho um feeling muito grande que a sociedade de então era capaz de ser bem mais aberta que a de agora. Hoje em dia desenvolvimento tecnológico existe aos pontapés, a correspondente evolução das mentalidades é que está a tardar a desenvolver-se. Como portugueses gostamos muito de dizer que “devagar se vai ao longe“, mas caramba já estamos a mais de meio da segunda década do século XXI, já era de esperar que as mentalidades tivessem a progredir e não a regredir.

E a minha última palavra para os comentadores da RTP que tive de aturar durante duas semanas, e para os da NBC que são do pior jornalismo mundial que existe:

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FashionSkribo apresenta… “Kubo and the Two Strings”

Kubo and the Two Strings_movie posterO inteligente e bondoso Kubo ganha a vida de forma humilde, contanto histórias fantásticas às pessoas da sua cidade à beira-mar, incluindo Hosato, Akihiro e Kameyo. Mas a sua relativamente tranquila existência é destruída quando acidentalmente convoca um espírito mítico do seu passado que desce dos céus para cumprir uma antiga vingança. Agora em fuga, Kubo junta forças com Monkey e Beetle e inicia uma emocionante jornada para salvar a sua família e resolver o mistério do seu falecido pai, o maior samurai que o mundo alguma vez conheceu. Com a ajuda do seu shamisen – um mágico instrumento musical – Kubo tem de lutar com deuses e monstros, incluindo o vingativo Moon King e as maldosas irmãs gémeas para desvendar o segredo do seu legado, reunir a sua família e cumprir o seu heróico destino.” (x)

Realizado por Travis Knight e produzido por Arianne Sutner e Travis Knight, “Kubo and the Two Strings” conta com a participação de Charlize Theron, Art Parkinson, Ralph Fiennes, Rooney Mara, George Takei, Matthew McConaughey, Cary-Hiroyuki Tagawa e Brenda Vaccaro, entre outros. O argumento deste filme foi escrito por Marc Haimes e Chris Butler.

In Ancient Japan, an eyepatch-wearing young boy named Kubo cares for his sick mother in a village. A spirit from the past turns Kubo’s life upside down by re-igniting an age-old vendetta. This causes all sorts of havoc as gods and monsters chase Kubo. In order to survive, Kubo must locate a magical suit of armor once worn by his late father, a legendary Samurai warrior. He also gains some allies in Monkey and Beetle.” (x)

Directed by Travis Knight and produced by Arianne Stuner and Travis Knight, “Kubo and the Two Strings” stars Charlize Theron, Art Parkinson, Ralph Fiennes, Rooney Mara, George Takei, Matthew McConaughey, Cary-Hiroyuki Tagawa, and Brenda Vaccaro, amongst others. This film’s screenplay was written by Marc Haimes and Chris Butler.

Até ao momento, este filme tem uma classificação de 96% (com base em 122 críticas) no website rottentomatoes, o qual apresenta o seguinte comentário: “Kubo and the Two Strings‘ consegue corresponder o seu incrível trabalho de animação a uma absorvente – e corajosamente melancólica – história que tem algo para oferecer ao público de todas as idades”. Os críticos escrevem que este filme de animação conseguiu balançar bem história com comédia e alguns momentos de terror (ainda que leves), não deixando de parte a elevada carga emocional que traz consigo (Jonathan Pile, Empire). Outro aspecto também muito prezado pelos críticos é a presença de sabedoria nas conversas entre as principais personagens, algo que nem sempre é muito comum entre filmes de animação (Raakhee Mirchandani, NY Daily News). Porém, alguns críticos consideram que os produtores deste filme preferiram surpreender e maravilhar a sua audiência, ao invés de a entreter (Oliver Jones, Observer). Numa nota pessoal, para um filme que se passa na antiguidade japonesa, este é um elenco excessivamente ocidental e branco, cujas excepções são apenas, George Takei e Cary-Hiroyuki Tagawa.

So far this film has a score of 96% (based on 122 reviews) on the rottentomatoes website, which presents the following comment: “Kubo and the Two Strings’ matches its incredible animation with an absorbing — and bravely melancholy — story that has something to offer audiences of all ages”. Some critics have written that this animation film has managed to balance history with comedy and a few moments of (light) horror, not forgetting to bring along a high emotional charge (Jonathan Pile, Empire). Another aspect that has been highly praised by critics is the presence of wisdom in the conversations between the main characters, something that isn’t often seen in animation films (Raakhee Mirchandani, NY Daily News). However, some critics believe that the producers focused too much on astound and amaze its audience, that they forgot to entertain it (Oliver Jones, Observer). And in a personal note, for a film that is set in ancient Japan, it has a hell of an exclusively western-white cast, whose only exceptions are George Takei and Cary-Hiroyuki Tagawa.

Kubo and the Two Strings_movie pictureKubo and the Two Strings” estreia hoje (19 Agosto) nos Estados Unidos da América. A sua estreia para Portugal está prevista para o próximo dia 8 de Setembro. O conteúdo apresentado neste post foi retirado dos seguintes sites: movieweb.com, en.wikipedia.org, rottentomatoes.com e mag.sapo.pt/cinema.

Kubo and the Two Strings” premieres today (August 19th) in the United States. It will mostly premiere in other countries until the beginning of December. The information provided in this post was taken from the following websites: movieweb.com, en.wikipedia.org, rottentomatoes.com and imdb.com.

Quem é que tem curiosidade em ver este filme? | Anyone interested in watching this film?

Especial Regresso às Aulas 2016

eraE chegamos mais uma vez aquela altura do ano em que muitos de vós começam a preparar o regresso às aulas, quer seja no ensino obrigatório ou no superior. É uma altura de incerteza e de muitas dúvidas para alguns, especialmente quando se passa para o secundário ou para a universidade; e uma altura para a procurar das melhores dicas para outros. Desde 2011 que já fiz várias séries de posts sobre esta temática, tanto para o Ensino Secundário como para o Ensino Superior. Uma vez que estes posts ainda se encontram bastante actualizados, tenho vindo a optar por não escrever novos. É quase como que uma reciclagem da informação que já existe publicada neste blog.

Todos os posts que eu fiz sobre os Ensinos Secundário e Superior encontram-se numa página no cabeçalho do blog. Esta página está sob o nome de Ensino em Portugal e podem acedê-la já através deste link.

Entretanto, eu também criei uma página referente ao Ensino Superior do Reino Unido, que podem encontrá-la igualmente no cabeçalho do blog. Contudo, esta página ainda se encontra em manutenção, o que significa que ainda estou a elaborar os textos que lá irei publicar. E o motivo pelo qual ainda nada foi publicado é muito simples: o Brexit. Mas como parece que nada será decidido até ao final deste ano (x), eu talvez acabe por publicar estes textos num futuro próximo. Até lá, quaisquer dúvidas que tenham acerca deste tema, não se acanhem a colocá-las.


There is a special page dedicated to Higher Education in the United Kingdom on the header of this blog. You can access it by clicking here. However, it is still under construction, so to speak, as I have yet to publish any of the texts that I have been writing. And there’s a very simple reason for that: Brexit. But considering that it seems that nothing will be decided until the end of this year (x), I may eventually end up by publishing these texts in the near future. Until then, any doubts about this theme may be asked in the comments section of this post, or sent by e-mail (it’s on the top of the right column of the blog).

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