FashionSkribo apresenta… “Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children”

miss-peregrines-home_movie-posterQuando o avô de Jacob lhe deixa um conjunto de pistas sobre um mistério que se estende por diferentes mundos e tempos, ele encontra um lugar mágico conhecido como ‘Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children’. Mas o mistério e o perigo aprofundam-se à medida que conhece os moradores e se apercebe dos seus poderes especiais… e dos seus poderosos inimigos. Jacob acaba por descobrir que só a sua “peculiaridade” pode salvar os seus novos amigos.” (x)

Realizado por Tim Burton e produzido por Peter Chernin e Jenno Topping, “Miss Peregrine’s Home of Peculiar Children” conta com a participação de Eva Green, Asa Butterfield, Chris O’Dowd, Allison Janney, Rupert Everett, Terence Stamp, Ella Purnell, Judi Dench, Samuel L. Jackson, Callum Wilson, Kim Dickens, Lauren McCrostie, Cameron King, Pixie Davies, Georgia MacMillan, Milo Parker, Raffiella Chapman, Hayden Keeler-Stone, Joseph Odwell, Thomas Odwell, Louis Davison, Jack Brady, Phillip Philmar, Scott Handy e Helen Day, entre outros. Este filme é baseado na obra homónima de Ransom Riggs, cuja adaptação para o grande ecrã foi escrita por Jane Goldman.

When tragedy strikes close to home, 16-year-old Jacob ‘Jake’ Portman is forced to travel to an island in Wales filled with mystery in order to discover the truth of what really happened. Jake’s ordinary life takes an extraordinary turn as the childhood fairytales he heard from his grandfather start to become more plausible. After stumbling into what seems to be a different world, Jake is introduced to the extraordinary Miss Peregrine and her peculiar children at ‘Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children’. But when what seems to be a fairy tale takes a horrific turn, Jake is forced to make a life-altering decision in order to protect the ones he loves from the monsters of his grandfather’s past, the creepy Hollows and the dangerous Wights led by the terrifying Mr. Barron.” (x)

Directed by Tim Burton and produced by Peter Chernin and Jenno Topping, “Miss Peregrine’s Home of Peculiar Children” stars Eva Green, Asa Butterfield, Chris O’Dowd, Allison Janney, Rupert Everett, Terence Stamp, Ella Purnell, Judi Dench, Samuel L. Jackson, Callum Wilson, Kim Dickens, Lauren McCrostie, Cameron King, Pixie Davies, Georgia MacMillan, Milo Parker, Raffiella Chapman, Hayden Keeler-Stone, Joseph Odwell, Thomas Odwell, Louis Davison, Jack Brady, Phillip Philmar, Scott Handy, and Helen Day, amongst others. This film is based on Ransom Riggs’ eponymous novel, whose adapted screenplay was written by Jane Goldman.

Até ao momento, este filme tem uma classificação de 63% (com base em 139 críticas) no website rottentomatoes, que apresenta o seguinte comentário: “Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children‘ prova que é digno do estilo inconfundível de Tim Burton, mesmo que tenham uma posição mais sólida como experiência visual do que como narrativa”. Os críticos parecem mesmo acreditar que esta obra é perfeita para as mãos de Tim Burton. Pete Hammond (Deadline) escreve que uma das chaves do sucesso deste filme recai no facto de se ter aqui personagens únicas, com as quais nos podemos facilmente identificar. Contudo, parece que o filme se estende demasiado acabando por perder controlo, especialmente no final (Peter Bradshaw, The Guardian; Nicholas Rees, Vulture). Por outro lado, parece ser unânime a boa prestação de Eva Green neste filme.

So far this film has a score of 63% (based on 139 reviews) on the rottentomatoes website, which presents the following comment: “Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children‘ proves a suitable match for Tim Burton’s distinctive style, even if it’s on stronger footing as a visual experience than a narrative one”. Most critics really seem to believe that this novel was a match made in heaven for Tim Burton’s genius as a director. Pete Hammond (Deadline) writes that one of the keys to the success of this film relies on the fact that we’re in the presence of unique characters, with whom we can easily identify with. However, it seems that this film extends itself for too long, ending by loosing control on itself, especially toward the end (Peter Bradshaw, The Guardian; Nicholas Rees, Vulture). On another note, it seems unanimous to praise Eva Green for her performance in this film.

miss peregrines home_movie pictureMiss Peregrine’s Home for Peculiar Children” estreou nos passados dias 29 e 30 de Setembro em Portugal e nos Estados Unidos, respectivamente. O conteúdo apresentado neste post foi retirado dos seguintes sites: movieweb.com, en.wikipedia.org, rottentomatoes.com e mag.sapo.pt/cinema.

Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children” has premiered in several countries, such as Taiwan, Belgium and United States, since the 27th September. It will premiere in several other countries until the end of the present year. The information provided in this post was taken from the following websites: movieweb.com, en.wikipedia.org, rottentomatoes.com and imdb.com.

Quem é que tem curiosidade em ver este filme? | Anyone interested in watching this film?

Advertisements

FashionSkribo apresenta… “Deepwater Horizon”

deepwater-horizon_posterA plataforma petrolífera Deepwater Horizon explodiu em Abril de 2010 e protagonizou o pior vazamento de petróleo na história dos EUA… A estrutura entrou em funcionamento em 2001 com o propósito de perfurar poços de petróleo no subsolo marinho e poder deslocar-se quando necessário – a extração propriamente dita era realizada por outra equipa. A Deepwater Horizon era propriedade da Transocean, mas estava arrendada à British Petroleum até Setembro de 2013. Em Setembro de 2009 perfurou o poço petroleiro mais profundo da história, mas a 20 de Abril de 2010, uma explosão provocou um incêndio impossível de conter e o seu subsequente afundamento dois dias depois… e um dos maiores desastres ecológicos de sempre, destruindo a vida e contaminando o habitat de centenas de espécies.” (x)

Realizado por Peter Berg e produzido por Lorenzo di Bonaventura, Mark Vahradian, Mark Wahlberg, Stephen Levinson e David Womark, “Deepwater Horizon” conta com a participação de Mark Wahlberg, Kurt Russell, John Malkovich, Gina Rodriguez, Dylan O’Brien, Kate Hudson, Ethan Suplee, Henry Frost e Jeremy Sande, entre outros. Este filme é baseado na obra, “Deepwater Horizon’s Final Hours” de David Barstow, David Rohde e Stephanie Saul. A sua adaptação ao grande ecrã foi escrita por Matthew Michael Carnahan e Matthew Sand.

The Deepwater Horizon oil platform exploded in Abril 2010 and it was the star of the world oil spill in the USA history… This structure became operation on 2001 with the purpose of drilling oil wells in the seabed and being able to move whenever needed – the extraction itself was performed by another team. Deepwater Horizon was a property of Transocean, but it was leased to British Petroleum until September 2013. In September 2009 it drilled the deepest oil well in history, but on the 20th April 2010 an explosion caused a fire impossible to contain and its subsequent sinking two days later… and one of the biggest ecological disasters ever, destroying the lives and contaminating the habitat of hundreds of species.” (x)

Directed by Peter Berg and produced by Lorenzo di Bonaventura, Mark Vahradian, Mark Wahlberg, Stephen Levinson, and David Womark, “Deepwater Horizon” stars Mark Wahlberg, Kurt Russell, John Malkovich, Gina Rodriguez, Dylan O’Brien, Kate Hudson, Ethan Suplee, Henry Frost, and Jeremy Sande, amongst others. This film is based on David Barstow, David Rohde, and Stephanie Saul’s novel, “Deepwater Horizon’s Final Hours”, whose adapted screenplay was written by Matthew Michael Carnahan and Matthew Sand.

Até ao momento, este filme tem uma classificação de 81% (com base em 146 críticas) no website rottentomatoes, que apresenta o seguinte comentário: “Deepwater Horizon” faz um uso efectivo do desastre provocado pelo Homem que lhe dá o seu nome para nos entregar um triller de acção expecionalmente sério – e ainda assim adequadamente emocionante”. Benjamin Lee (The Guardian) escreve que este filme foi produzido com coragem e destreza, sendo que a culpa é claramente colocada nas mãos da BP. Há um par de pontos nesta crítica que eu achei que eram importantes: o crítico diz que “somos poupados de alguns momentos mais clichés que normalmente aparecem neste género de filme“, e que o realizador “captura o pânico e o caos horrível sem que o filme seja demasiado exploratório“. Francamente, para mim isto parece-me ser o suficiente para gostar já deste filme, mesmo sem o ter visto. Enquanto que o elenco principal parece coerente nas suas prestações, já que estas personagens são semelhantes a anteriores trabalhos, Andrea Fleytas destaca-se pela brilhante prestação de Gina Rodriguez (Benjamin Lee, The Guardian). Contudo, Peter Debruge (Variety) acredita que o jargão de engenharia é capaz de ser demais para a maioria do público, se bem que este filme “prova ser extremamente emocionante“. A sua maior crítica aqui reside no facto de este filme tender a concentra-se e a prezar unicamente os trabalhadores cujas acções conseguiram salvar várias vidas, ignorando todas as outras vítimas deste desastre.

So far this film has a score of 81% (based on 146 reviews) on the rottentomatoes website, which presents the following comment: “Deepwater Horizon‘ makes effective use of its titular man-made disaster to deliver an uncommonly serious — yet still suitably gripping — action thriller”. Benjamin Lee (The Guardian) writes that this film has been produced bravely and beautifully, as blame is fully placed on BP’s hands. There are a couple of points in this review that I found to be quite important: the critic says that “we’re spared some of the more cliched moments we’d usually expect in this kind of film”, and that the director “captures the panic and gruesome mayhem without the film ever feeling exploitative”. Frankly, to me this feels enough to already like this film without even having seen it. While the main cast seems cohesive in roles previously portrayed, Andrea Fleytas stands out as Gina Rodriguez portrayed her masterfully (Benjamin Lee, The Guardian). However, Peter Debruge (Variety) believes that the engineering jargon may be too much to the majority of the audience, even though this film “proves remarkably thrilling“. His biggest critic here lies in the fact that this films tends to solely focus and praise the workers whose courage managed to save several lives, while ignoring every other victim of this disaster.

deepwater horizon_movie pictureDeepwater Horizon” estreia hoje (30 Setembro) nos Estados Unidos da América. A sua estreia em Portugal deu-se no dia de ontem (29 Setembro). O conteúdo apresentado neste post foi retirado dos seguintes sites: movieweb.com, en.wikipedia.org, rottentomatoes.com e mag.sapo.pt/cinema.

Deepwater Horizon” premieres today (30th September) in the United States. It has already premiered in several countries, such as Indonesia, Argentina and Croatia, and it will premiere in several others until the end of November. The information provided in this post was taken from the following websites: movieweb.com, en.wikipedia.org, rottentomatoes.com and imdb.com.

Quem é que tem curiosidade em ver este filme? | Anyone interested in watching this film?

London Diaries: First Two Weeks

london-2Não sei muito bem que direcção é que este post irá seguir, mas penso que poderá servir como uma espécie de seguimento a este, publicado há uns dias. As minhas aulas ainda não começaram mas honestamente a rotina a que estamos habituados como estudantes já chegava – se bem que para a semana já me vejo a queixar com a quantidade de artigos e essays que vou ter de ler e preparar. Esta já é a minha terceira semana em Londres – só me apercebi agora que este tempo todo já tinha passado -, e a última foi basicamente passada entre a zona onde vivo e o campus universitário. Eu sei que há praxes e praxes, mas duvido que alguma vez seja profundamente convencida de que elas servem para inserir os novos alunos na comunidade e vida académicas. A semana passada foi a Welcome Week para os alunos internacionais, e esta semana é a Fresher’s Week para todos os caloiros. Eu adoro este espírito de entre-ajuda e convivência, onde não estamos limitados ao pessoal do nosso curso e em meia dúzia conhecemos dezenas de pessoas de todos os cantos do mundo. E graças a deus há muitos mais eventos para além das típicas festas onde o pessoal se embebeda a torto e a direito quando se vêem fora da alçada dos seus pais. Esta semana para mim só funciona como a semana em que temos todas as nossas sessões de recepção e de introdução à nossa faculdade e cursos. Na semana passada até já tive a oportunidade de falar com dois (futuros) professores, uma delas também será a minha tutora. E acima de tudo conheci imensa gente dos mais diversos países, EUA e Porto Rico, Canadá, Brasil, Chile, Dinamarca, Bulgária, Grécia, França, Alemanha, China, Singapura, Austrália, Índia… Esta universidade é realmente internacional, não fosse também Londres uma cidade totalmente internacional.

E em duas semanas já fiz vários quilómetros a pé por Londres, já andei ao longo do Tamisa, já fui ao British Museum – pela quarta vez, e sim ainda não vi tudo -, já fui à National Gallery – e sim, também não vi tudo -, já andei pela Oxford e Regent streets umas quantas vezes, já andei de metro e ainda não me fartei, já fui a uma entrevista de emprego e saí de lá a morrer, já fui ao nosso consulado – talvez o único sítio onde veja a nossa função pública a funcionar minimamente bem -, já entreguei uma dúzia de currículos, já me candidatei a tantos outros empregos, já apanhei uma molha… E sabe-se lá mais o que eu já fiz. Estas duas últimas semanas têm sido recheadas de momentos, uns melhor e outros pior passados. Desde a primeira vez que visitei Londres que sempre senti que esta cidade era a minha verdadeira casa. A decisão do Brexit foi uma enorme facada neste sentimento, mas a adoração à cidade continua cá. É simplesmente diferente passar-se cá umas semanas como turistas, do que estar previsto passar cá os próximos dois anos. A saída da zona do conforto é do caraças, enfrentar o desconhecido é do caraças, mas é assim que realmente nos tornamos verdadeiros adultos, e é assim que realmente crescemos como pessoas. E é sobretudo assim que seguimos os nossos sonhos.

Isto é capaz de ser bastante fútil – who cares, really – mas talvez o ponto mais alto dos últimos dias foi o facto de eu ter conhecido os Bastille e de ter não só uma fotografia com eles, mas também os seus autógrafos. E isto aconteceu tudo nas minhas primeiras horas em Londres – lucky right?

Emilio Pucci @ Milan Fashion Week Fall 2016

Hoje apresento-vos a nova colecção de Outono/Inverno de Emilio Pucci. Esta é uma casa de moda italiana fundada pelo próprio Emilio Pucci, em 1947. Durante a sua carreira no mundo da moda, este designer vestiu celebridades como Marilyn Monroe e a Sophia Loren, e também a Primeira-Dama Jacqueline Kennedy. Recentemente, esta casa de moda fez os fatos para a tour da Rita Ora. Para além de uma colecção de pronto-a-vestir, a Emilio Pucci também tem uma colecção de roupa para casa.

Today I present you guys the new Emilio Pucci’s Autumn/Winter collection. This is an Italian fashion house founded by Emilio Pucci himself, in 1947. During his career in the world of fashion, this fashion designer dresses several celebrities, such as Marilyn Monroe and Sophia Loren, and the late First Lady Jacqueline Kennedy. Recently, this fashion housed designed the costumes for one of Rita Ora’s tours. Apart from a ready-to-wear collection, Emilio Pucci also counts with a homewear collection.

emilio-pucci-fall-2016-1 emilio-pucci-fall-2016-2We are once more in the presence of an extremely vibrant and colourful collection. I am sure that in the last couple of years the idea that Autumn/Winter collections must be sober and devoid of colour has been destroyed bit by bit. This collection is strongly inspired on ski resorts, and it stands out due to the strong presence of oversized pieces of clothing (outfits 2, 3, 4, 7, 8, 10 and 12), and due to the abundance of patterns. This collection is also characterised by the presence of skinny jeans (outfits 1, 4 and 7) and pencil skirts (outfits 2, 3 and 6). But there’s still a couple of details worth mentioning: transparency (outfit 6) and fur (outfit 3).

Estamos mais uma vez na presença de uma colecção bastante vibrante e colorida. Estou certa que aos poucos tem-se vindo a destruir aquela ideia de que colecções de Outono/Inverno têm de ser obrigatoriamente sóbrias, desprovidas de cor. Esta colecção tem uma forte inspiração nas estâncias de ski, e destaca-se pela forte presença de peças oversized (conjuntos 2, 3, 4, 7, 8, 10 e 12) e pela abundância de padrões. Esta colecção aposta sobretudo em skinny jeans (conjunto 1, 4 e 7) e em saias-lápis (conjuntos 2, 3 e 6). Pode-se ainda encontrar alguns outros detalhes: transparência (conjunto 6) e pêlo (conjunto 3).

O que acham desta colecção? Quais são os vossos conjuntos favoritos? | What do you think of this collection? Which outfits are your favourites?

FashionSkribo apresenta… “Queen of Katwe”

queen-of-katwe_movie-posterPara Phiona Mutesi, de dez anos, e a sua família, a vida num bairro pobre de Katwe em Kampala, Uganda, é uma luta constante. Quando Phiona conhece Robert Katende, um jogador de futebol que se tornou num missionário e que ensina xadrez às crianças locais, ela é cativada. Phiona é impressionada pela inteligência e astúcia que este jogo requere e, imediatamente mostra potencial. Reconhecendo a aptidão natural de Phiona para o xadrez e o seu espírito de lutadora, herdado da sua mãe (Harriet), Katende começa a orientá-la, mas Harriet mostra-se relutante em fornecer qualquer tipo de incentivo, não querendo ver a sua filha decepcionada. À medida que Phiona começa a ter sucesso em competições locais de xadrez, Katende ensina-a a ler e a escrever, a fim de prosseguir a sua escolaridade. Ela avança rapidamente na hierarquia em torneios, mas separa-se da sua família para se focar na sua própria vida. A sua mãe eventualmente apercebe-se que Phiona tem uma oportunidade para se destacar, e junta-se a Katende para ajudá-la a realizar o seu potencial extraordinário, escapar uma vida de pobreza e salvar a sua família.” (x)

Realizado por Mira Nair e produzido por John Carls e Lydia Dean Pilcher, “Queen of Katwe” conta com a participação de Madina Nalwanga, Lupita Nyong’o, David Oyelowo, Martin Kabanza, Taryn Kyase, Ivan Jacobo, Nicolas Levesque, Ronald Ssemaganda, Ethan Nazario, Nikita Waligwa, Edgar Kanyike, Esther Tebandeke, Maurice Kirya e Ntare Mwine, entre outros. Este filme é baseado na obra de Tim Crothers, “The Queen of Katwe: A Story of Life, Chess, and One Extraordinary Girl’s Dream of Becoming a Grandmaster”, cujo argumento para o grande ecrã foi escrito por William Wheeler.

For 10-year-old Phiona Mutesi and her family, life in the impoverished slum of Katwe in Kampala, Uganda, is a constant struggle. When Phiona meets Robert Katende, a soccer player turned missionary who teaches local children chess, she is captivated. Phiona is impressed by the intelligence and wit the game requires and immediately shows potential. Recognizing Phiona’s natural aptitude for chess and the fighting spirit she’s inherited from her mother (Harriet), Katende begins to mentor her, but Harriet is reluctant to provide any encouragement, not wanting to see her daughter disappointed. As Phiona begins to succeed in local chess competitions, Katende teaches her to read and write in order to pursue schooling. She quickly advances through the ranks in tournaments, but breaks away from her family to focus on her own life. Her mother eventually realizes that Phiona has a chance to excel and teams up with Katende to help her fulfill her extraordinary potential, escape a life of poverty and save her family.” (x)

Directed by Mira Nair and produced by John Carls and Lydia Dean Pilcher, “Queen of Katwe” stars Madina Nalwanga, Lupita Nyong’o, David Oyelowo, Martin Kabanza, Taryn Kyase, Ivan Jacobo, Nicolas Levesque, Ronald Ssemaganda, Ethan Nazario, Nikita Waligwa, Edgar Kanyike, Esther Tebandeke, Maurice Kirya, and Ntare Mwine, amongst others. This film is based on Tim Crothers’ novel, “The Queen of Katwe: A Story of Life, Chess, and One Extraordinary Girl’s Dream of Becoming a Grandmaster”, whose adaptive screenplay was written by William Wheeler.

Até ao momento, este filme tem uma classificação de 89% (com base em 76 críticas) no website rottentomatoes, que apresenta o seguinte comentário: “Queen of Katwe‘ tem a sua quota parte de clicés, mas é uma história edificante – e com uma excelente prestação de Lupita Nyong’o -, pelo que compensa as suas falhas”. Os críticos parecem acreditar que o filme perde-se um pouco num tema – xadrez – difícil de cativar a atenção da audiência, mesmo para aqueles que são fãs deste desporto ou que conhecem a história de Phiona, mas o filme não deixa de ter os seus trunfos. O principal destaque deste filme vai mesmo para o seu elenco principal. Dos três actores principais, a Lupita Nyong’o é a mais prezada pela sua prestação (Catherine Shoard, The Gardian; Geoff Berkshire, Variety; Stephen Whitty, NY Daily News).

So far this film has a score of 89% (based on 76 reviews) on the rottentomatoes website, which presents the following comment: “Queen of Katwe‘ is not without its share of clichés, but its uplifting story — and Lupita Nyong’o’s outstanding performance — more than compensates for its flaws”. From critics’ opinions it seems that the film loses a bit of its momentum in a genre – chess – that fins it difficult to captive audiences, even those that are fans of the sport or that may know Phiona’s story. However, it has its golden moments. The main highlight goes to its main cast. From the three main actors, Lupita Nyong’o is the most praised one (Catherine Shoard, The Gardian; Geoff Berkshire, Variety; Stephen Whitty, NY Daily News).

queen of katwe_movie pictureQueen of Katwe” estreia hoje (23 Setembro) nos Estados Unidos da América. De momento ainda não há uma estreia prevista para Portugal. O conteúdo apresentado neste post foi retirado dos seguintes sites: movieweb.com, en.wikipedia.org e rottentomatoes.com.

Queen of Katwe” premieres today (September 23rd) in the United States. It will premiere in a few other countries, such as United Kingdom, Chile, Brazil, and Germany, until February 2017. The information provided in this post was taken from the following websites: movieweb.com, en.wikipedia.org, rottentomatoes.com and imdb.com.

Quem é que tem curiosidade em ver este filme? | Anyone interested in watching this film?

A dream eight years in the making

Some people dream of going to Harvard or Yale or Brown or UPenn – and basically any other prestigious Ivy League university in the States -, others dream of going to Sorbonne in France or Oxford and Cambridge in England – or maybe even St Andrews in Scotland due to the Duke and Duchess of Cambridge. And I have always dreamed of going to UCL – University College London, just to make it even more clear peps. Despite the fact that the department isn’t in great shape right now, I wouldn’t probably say no to UPenn if I had a chance just because some of my favourite researchers work there, but considering you have more chances of dying from a mass shooting in an American university campus than by a shark attack in Australia, I prefer to stay put in Europe, and besides too long flight journeys, like please no. Sorbonne has a big language barrier – I think it’s time for you guys to step down from your patriotic tower ’cause this ain’t the 1780’s anymore -, and besides it never caught my attention. And then Oxbridge was never my thing at all but great research location, like seriously mine-gold location as hell. However, for eight years now that UCL has been my obsession and I guess third time’s a charm ’cause this time I’m definitely gonna study there – or should I say here, since I’m in London already?

Algumas pessoas sonham em ir para Harvard ou Yale ou Brown ou para a UPenn – e basicamente para qualquer outra das prestigiosas universidades americanas da Ivy League -, outros sonhos em ir para a Sorbonne em France ou para Oxford e Cambridge em Inglaterra – ou talvez até mesmo para St Andrews na Escócia devido ao Duque e à Duquesa de Cambridge. E eu sempre sonhei em ir para a UCL – University College London, só para tornar a sigla mais compreensível. Apesar do facto de que o departamento não está num bom estado agora, eu até que não diria que não à UPenn se eu tivesse hipótese, mal que não seja por alguns dos meus investigadores favoritos trabalharem lá, mas considerando que tenho muitas mais hipóteses de morrer vítima de um tiroteiro num campus universitário americano do que vítima de um ataca de tubarão na Austrália, eu prefiro manter-me bem quietinha na Europa, até porque longas viagens de avião não são para mim. A Sorbonne tem uma barreira linguística gigante – não é por mal meus, mas acho que já é tempo de sairem da vossa torre patriótica, que os anos 1780 já acabaram há imenso tempo -, e atém do mais, a universidade nunca captou muito a minha atenção. E depois Oxbridge nunca foi a minha cena, apesar de serem uma óptima localização para investigação, ao ponto daquilo ser quase uma mina de ouro para nós – arqueólogos, obviamente. À parte disto tudo, desde há oito anos para cá que a UCL tem sido a minha obsessão e, penso que à terceira é que é, porque desta vez vou mesmo estudar lá – ou melhor cá, visto que já estou em Londres.

UCLI know I said I would write on the day after my arrival in London, but these first few days have been a bit crazy and quite busy. This is basically my fifth day in London and I feel like it has happened a lot since I arrived here. Even though this isn’t going to be my first time studying a Master degree in a foreign country, this academic year is going to bring a lot of novelties for me. The majority of (taught) Masters in Europe only last for one year – and that was exactly what I did in the Netherlands – but this time I will be doing a Masters in two years, as I will be doing it as a part-time student. This means I will be working part-time at the same time. I won’t lie that this decision was made purely on monetary reasons – I love London but damn this city is hella expensive – but two years does really give you more time and freedom to develop a better thesis and to establish equally good relationships with scholars. It may feel weird for some that I am doing a second Master degree, but to be honest nowadays a Bachelor isn’t enough anymore, probably not even a single Masters is enough. And if we wanna invest in a proper academic career path – i.e. research/scientific research – we gotta have at least a PhD. Call me biased all you want – it won’t be a lie – but this gotta be one of the hardest career paths out there, but absolutely the most fulfilling of them all. And as I am changing my specialisation within the Archaeology field, there’s no better way of doing that by doing a second Master degree.

Eu sei que tinha dito que iria escrever no dia a seguir à minha chegada a Londres, mas estes primeiros dias têm sido bastante atarefados, e algo estranhos. Este é basicamente o meu quinto dia em Londres, e eu já sinto que aconteceram mil e uma coisas desde que eu cheguei. Apesar de esta não ser a primeira vez que estou a fazer um Mestrado no estrangeiro, a verdade é que este ano académico vai trazer-me muitas novidades. A maior parte dos Mestrados na Europa só duram um ano – que foi exactamente aquilo que fiz nos Países Baixos -, mas desta vez vou fazer um Mestrado em dois anos, visto que vou fazê-lo a tempo parcial. Isto significa que vou tentar trabalhar ao mesmo tempo que estudo. Não vou mentir que esta decisão não foi puramente financeira – eu adoro Londres mas esta cidade é excessivamente cara -, mas realmente dois anos dão-nos mais tempo e liberdade para desenvolver uma melhor tese, e para estabelecer relações igualmente boas com investigadores. É capaz de ser esquisito para alguns o facto de eu estar a fazer um segundo Mestrado, mas para ser muito sincera, nos dias de hoje uma Licenciatura já não chega, e provavelmente nem um único Mestrado. E se queremos investir num verdade percurso académico – i.e. investigação/investigação científica -, temos de ter pelo menos um Doutoramento. Podem-me chamar tendenciosa à vontade – o que não será mentira nenhuma -, mas esta é um dos percursos profissionais mais difíceis que existem, mas absolutamente o mais gratificante deles todo. E como eu estou a mudar de especialização dentro do ramo de Arqueologia, não há melhor maneira de o fazer que não com um segundo Mestrado.

208I’ve only been in my new student residence for a few days, so I haven’t had much time to form a proper opinion on it, but so far it doesn’t seem too bad. This time I am sharing a flat with other five people, but each one of us has her/his own bedroom and bathroom. There weren’t that many pictures of the rooms at this residence online, but from past experiences I wasn’t expecting much. However it turned out to be better than I though. A few changes wouldn’t be a mad idea but so far there isn’t much I can complain. And the kitchen is a lot bigger than I thought it would be, which is also great since it’s gonna be six of us in that space. The fact that is close to my faculty – well a good 20+ minutes walk – is definitely a plus, as I wanna spend as little as possible on public transports here. They do work better – even if some of the tube lines are on strike – but they’re super expensive, especially for a student budget. Finding a part-time job has been a bit tricky as not all kinds of jobs are suitable to perform at the same time we study. Finding something in London to do is not difficult at all – there’s plenty of offer, that I can assure you -, but something to our liking might not be that easy to find. Let’s just see how this new stage of my life develops.

Eu ainda só estive uns poucos dias na minha nova residência universitária, por isso ainda não tive muito tempo para formar uma opinião mais concreta, mas até agora não parece ser má de todo. Desta vez eu estou a partilhar um apartamento com mais cinco pessoas, mas cada um de nós tem os seus próprios quartos e casas-de-banho. Não existem muitas imagens dos quartos desta residência na internet, mas por experiências antigas eu não estava à espera de muito. No entanto até acabou por ser melhor do que eu pensava. Umas quantas mudanças não lhe fariam mal nenhum, mas até agora não me posso queixar muito. E a cozinha é bem maior do que eu pensava que seria, o que é óptimo porque seremos seis a usar aquele espaço. E o facto de a residência ficar ao pé da minha faculdade – ok são mais de uns 20 minutos a pé – é definitivamente um plus, visto que vou tentar gastar o menor possível em transportes públicos aqui. Eles trabalham melhor – até mesmo quando algumas linhas estão em greve – mas eles são super caros, especialmente para os recursos de um estudante. Encontrar um trabalho a tempo parcial tem sido um pouco complicado, visto que nem todos os trabalhos são ajustáveis com os nossos estudos. Encontrar qualquer coisa em Londres não é difícil de todo – há montes de oferta, isso posso-vos assegurar -, mas encontrar algo que nos agrade por completo é que não é assim tão fácil de encontrar. Vamos lá ver como é que esta nova etapa da minha vida se desenvolve.

Dolce & Gabbana at Milan Fashion Week Fall 2016

E hoje apresento-vos a nova colecção de Outono/Inverno da Dolce & Gabbana. Esta casa de moda de luxo italiana foi criada em 1985, na cidade italiana de Milão, por Domenico Dolce e Stefano Gabbana. Foi a partir dos apelidos dos seus criadores que esta casa de moda obteve o seu nome. Esta marca está presente nas áreas de roupa (para Homem e Mulher), de acessórios (como óculos, relógios e malas), de calçado e, ainda, na área de perfumaria. Até 2012 existiam duas sub-marcas (D&G e Dolce & Gabbana), que se fundiram na actual e única Dolce & Gabbana.

Today I present you guys the new Dolce & Gabbana’s Autumn/Winter collection. This luxury Italian fashion house was created in 1985, in the Italian city of Milan, by Domenico Dolce and Stefano Gabbana. It was from the surnames of its creators that this fashion house obtained its name. This brand is present in the areas of clothing (both for Men and Women), accessories (such as glasses, watches and bags), footwear, and perfumery. Until 2012 there were two sub-brands (D&G and Dolce & Gabbana) that, in the meantime, merged and funded the current and only Dolce & Gabbana.

Dolce & Gabbana Fall 2016 (1) Dolce & Gabbana Fall 2016 (2)Apart from pieces of clothing more or less irreverent, every single collection from Dolce & Gabbana are always unique, especially in regard to the used patterns and prints, present in pretty much every outfit in the pictures above. This time this inspiration was based on some of the classic stories we watched as kids, such as Cinderella, Sleeping Beauty, Snow white, and the Nutcracker. From this collection we can highlight the following trends: velvet (outfit 3), pencil-skirts (outfits 6 and 8), midi-dresses (outfits 4, 9, 10 and 11), and the ever-so-traditional Winter coats (outfit 1). It might not be the most conventional piece of clothing, but I quite like the dress in outfit 7.

Peças mais ou menos irreverentes à parte, as colecções da Dolce & Gabbana são sempre únicas, sobretudo no que diz respeito aos padrões e estampados utilizados, presentes em quase todos os conjuntos das imagens acima. Desta vez a inspiração recaiu nalguns dos clássicos que víamos enquanto crianças, como a Cinderela, a Bela Adormecida, a Branca de Neve e o Quebra-Nozes. Desta colecção destacam-se as seguintes tendências: veludo (conjunto 3), saias-lápis (conjuntos 6 e 8), vestidos midi (conjuntos 4, 9, 10 e 11) e os tradicionais casacos de Inverno (conjunto 1). Não é a peça mais convencional, mas pessoalmente gosto muito do vestido do conjunto 7.

O que acham desta colecção? Quais são os vossos conjuntos favoritos? | What do you think of this collection? Which outfits are your favourites?