FashionSkribo apresenta… “Transcendence”

Nos primeiros meses de cada ano, a concentração de bons filmes (por assim dizer, pois este é um aspecto altamente subjectivo) é relativamente pouca, por isso é que trago-vos poucas vezes esta rubrica. É certo que podia ter apresentado outra sugestões entretanto, de algumas sequelas, mas achei por bem não fazê-lo, pois ainda nem vi os primeiros. A verdade é que tenho sempre imensos filmes para ver, que vão passando de ano para ano. Para mim, a sugestão cinematográfica que vos trago tem não só um enredo interessante, como um elenco com muito bons actores.

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Dr. Will Caster é o mais notável investigador no campo da Inteligência Artificial, que se encontra a trabalhar para criar uma máquina sensível, que combine a inteligência colectiva de tudo alguma vez conhecido com toda a gama de emoções humanas. As suas experiências altamente controversas tornaram-no bastante famoso, mas estas também fizeram dele o principal alvo de extremistas anti-tecnologia, que irão fazer de tudo para o parar. Contudo, na sua tentativa para destruir Will, eles acabam por se tornar no catalisador para que Will tenha sucesso – ser um participante na sua própria transcendência. Para a sua mulher, Evelyn, e o seu melhor amigo, Max Waters, ambos investigadores e seus colegas, a questão não é se eles podem… mas sim se eles deviam. Os seus maiores medos realizam-se quando a sede de Will por conhecimento evolui para uma missão omnipresente de procura de poder. A única coisa que se está a tornar assustadoramente clara, é que poderá não haver maneira de o parar.

Realizado por Wally Pfister (“Batman Begins“, “The Dark Knight”, “Inception” e “The Dark Knight Rises“), “Transcendence” conta com a participação de Johnny Depp (“Chocolat“, “Pirates of the Caribbean” film series, “Public Enemies” e “The Imaginarium of Doctor Parnassus“), Morgan Freeman (“Street Smart“, “Driving Miss Daisy“, “Million Dollar Baby“, “Invictus” e “Now You See Me“), Rebecca Hall (“Vicky Cristina Barcelona“, “The Town“, “The Awakening” e “Iron Man 3“), Paul Bettany (“A Beautiful Mind“, “Wimbledon“, “The Da Vinci Code“, “Inkheart“, “Creation” e “Priest“), Kate Mara (“24“, “House of Cards“, “Brokeback Mountain“, “Shooter” e “The Open Road“), Cillian Murphy (“28 Days Later“, “Batman Begins“, “The Dark Knight“, “Inception“, “The Dark Knight Rises” e “Breakfast on Pluto“), Cole Hauser (“High Incident“, “2 Fast 2 Furious“, “The Hit List” e “Olympus Has Fallen“), Clifton Collins Jr. (“Capote“, “Babel“, “Scott Pilgrim vs. The World” e “Pacific Rim“), Cory Hardrict (“Gran Torino“, “He’s Just Not That into You“, “The Day” e “Lovelace“), entre outros.

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Transcendence” estreia hoje nos Estados Unidos da América (18 Abril); aliás, esta é a sua estreia mundial. Para Portugal, a estreia deste filme está prevista para o próximo dia 1 de Maio.

As informações foram retiradas dos seguintes sites: movieweb.com, en.wikipedia.org e imdb.com.

Quem é que tem curiosidade em ver este filme?

Desabafo #8

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Na minha maratona para escrever o mais que puder para o meu relatório de seminário nestas férias da Páscoa, tenho estado a ler uma tese de Mestrado escrita sob o novo acordo ortográfico. Desde que a comecei a ler, que a minha vontade é mandá-la pela janela fora. O problema não é a tese em si (porque ela até que é quase como que uma “bíblia” para o meu relatório), mas sim o facto de estar escrita com o novo acordo ortográfico. O modo como se escreve dá comigo em doida. Admito que ainda não entendi quais são os novos critérios, mas para mim o acordo é a coisa mais bipolar, mais esquizofrénica que já vi na vida. Supostamente, um dos critérios é não se colocar o “c” nas palavras que, no Português falado, não é pronunciado. Ora bem, até aqui entendo isso; eu só não percebo é porque há palavras que levam o “c” e outras não, quando a falar nunca pronunciamos esta letra nessas palavras. Juro que não entendo. Mas digo-vos uma coisa, honestamente, também não faço intenções de alguma vez entender isto. Não irei aceitar este acordo ortográfico, nem que as vacas tussam.

Balmain @ Paris Fashion Week Spring 2014

E, ao fim de uma semana, volto mais uma vez a esta temática. Para quem é novo por estes lados, eu estou a usar um modelo diferente para esta rubrica, do que a que usei nos primeiros tempos aqui no blog. Utilizando as novas colecções de casas de moda internacionais, tenho estado a mostrar as tendências para as estações da Primavera e Verão. Hoje é a vez de viajarmos até à semana da moda em Paris, para vos apresentar a colecção de Primavera/Verão da Balmain.

After one week, I’m back with another fashion post. For whoever is reading this for the first time, I’m using a different method for this rubric than the one I used at the beginning of this blog. By using the new collections from international fashion houses, I’ve been showing the new trends for Spring and Summer. Today it’s time to travel to the Paris fashion week, for me to show you guys this year’s Balmain Spring/Summer collection.

Balmain Spring 2014 (1)

Balmain Spring 2014 (2)
Balmain is a French fashion house, founded in 1914 by Pierre Balmain. Since its creation, many have been the celebrities who chose to wear Balmain, such as Ava Gardner, Brigitte Bardot, Angelina Jolie, and Penelope Cruz. From the most famous French fashion houses, this one is by far one of my favourites. As I’ve said sometimes over the past year, Balmain is also able to create realistic collections, i.e., collections whose pieces of clothes are very easy to incorporate in our daily outfits.

A Balmain é uma casa de moda francesa, criada em 1914 por Pierre Balmain. Desde a sua criação que a Balmain vestiu diversas celebridades, incluindo Ava Gardner, Brigitte Bardot, Angelina Jolie e Penelope Cruz. Das casas de moda francesas mais conhecidas, esta é sem dúvida uma das minhas favoritas. Como já mencionei algures no ano passado, a Balmain também consegue produzir colecções bastante realistas, ou seja, colecções cujas peças de roupa são fáceis de incluir nos nossos conjuntos de dia-a-dia.

Balmain Spring 2014 (3)

Balmain Spring 2014 (4)
Uma das características principais da Balmain (pelo menos no meu ponto de vista) é o facto de as suas colecções serem semelhantes entre si, quer sejam as de Outono/Inverno ou as da Primavera/Verão (como esta). É claro que há sempre diferenças e novos elementos que são introduzidos todos os anos, mas a visão geral (por assim dizer) mantém-se sempre. Ao contrário do que se tem visto nas anteriores colecções, esta baseia-se apenas em tons neutros: por um lado, usa e abusa do preto e de outras cores escuras, como o azul; por outro lado, usa e abusa também não só dos tons pastel, sobretudo do azul e cor-de-rosa claros, bem como do cinzento e branco.

One of the main characteristics of Balmain (at least in my point of view) is the fact that its collections are quite similar, either the ones for Autumn/Winter or the ones for Spring/Summer (as this one). Of course there’s always differences and new elements that are added every year, but the bigger picture (so to speak) remains always the same. Contrary to what we’ve been seeing in the previous collections, this one is based purely in neutral colours: on one hand, the use of black and other dark colours, such as blue; on the other hand, the use of not only pastel colours, mainly light tons of blue and pink, but also the use of grey and white.

Balmain Spring 2014 (5)

Balmain Spring 2014 (6)
Beside these colour trends, we can also find another trends worth mentioning: transparency (total – as in the outfits in pictures 1, 12, and 17; or parcial – as in the outfits in pictures 9, 14, and 15); stripes (in the outfits in pictures 2, 3, and 5); patterns (as in the outfits in pictures 4, 6, 14, and 15); and leather (pretty much present in all the outfits). My favourite outfits are the ones in images 6 and 7. And also the outfit number 12.

Para além das cores-tendências, encontramos ainda outras tendências que merecem o seu destaque: transparência (total – como nos conjuntos das imagens 1, 12 e 17; ou parcial – como nos conjuntos das imagens 9, 14 e 15); riscas (nos conjuntos 2, 3 e 5); padrões (como os presentes nas imagens 4, 6, 14 e 15); pele/cabedal (presente em quase todos os conjuntos). Os meus conjuntos favoritos são os das imagens 6 e 7. E também o número 12.

O que acham desta colecção? Quais são os vossos conjuntos favoritos? | What do you think of this collection? Which outfits are your favourites?

If I could travel… #3

Whenever and wherever I wanted to, right now I would be here: Roquebrune-Cap-Martin

Monte-Carlo Rolex Masters
As a huge fan of tennis, this week (starting today) would be a great time to travel to Roquebrune-Cap-Martin because of the Monte-Carlo Rolex Masters. In spite of its name, this tennis tournament it’s not in Monaco but in a french commune (in the Alpes-Maritimes department) just outside Monaco’s northeastern border. Apart from Roland Garros, this is one of my favourite clay tournaments – together with the ones in Madrid and Rome. These are my favourite tournaments not only because clay is my favourite type of tennis court, but also because Rafael Nadal is considered to be the “King of Clay”. And as his fan there’s nothing better than see him play in these tournaments, especially in Monte-Carlo where he has established some of his most important records. Until this moment, the 2010 final is my favourite.

Because I obviously can’t go there, watching the matches’ live-steams is all I can do. However, I’m still hoping that someday I’ll manage to see him play live. Since I’m on holiday (thank goodness it’s Easter already, sort of) I’ll try to watch this tournament. But because I have a huge amount of stuff to do for uni (damn you dissertation and pretty much all the other modules I’m doing), I’ll only be able to watch Nadal’s matches. Oh well, I guess it is better than nothing, right?

Let they inspire you #8

Há imenso tempo que eu já não fazia um post destes. Penso que esta foi das primeiras rubricas que eu criei para o blog, mas que entretanto tem estado bastante esquecida. Com base em conjuntos retirados do site – lookbook.nu -, este post consiste numa espécie de inspiração. Sempre com uma temática específica em mente, hoje, este post centra-se em conjuntos mais formais. Os conjuntos que vos trago são bastante simples, o que demonstra que, com peças básicas e que se tem nos nossos guarda-roupas, é muito fácil criar estes conjuntos, um tanto ou quanto, mais elaborados. E com a chegada da Primavera (ainda que meio tímida), estes conjuntos com mais cores não podiam vir numa melhor altura.

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O que acham dos conjuntos? Qual é que é o vosso favorito? Ou favoritos?

Desabafo #7

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Há cadeiras de que se gosta e cadeiras de que não se gosta. É algo inevitável. E dentro destas últimas, há cadeiras que se fazem bem (porque até acabam por ser interessantes nalgum ponto), enquanto há cadeiras que são um autêntico pesadelo, uma autêntica tortura metal e física. Física porque estamos demasiado tempo sentados na porcaria de umas cadeiras de madeira super desconfortáveis. Há dias em que nem sei bem que parte do corpo é que me dói, porque acho que já é uma dor geral. E mental porque custa imenso estar 4h de seguida, numa sala, a ouvir as mesmas coisas que já ouvi nos últimos dois anos. Uma cadeira que estou a fazer este semestre (graças a deus que já é o último) é um verdadeiro desperdício. A matéria que se está a dar, ou melhor dizendo, a dar novamente já foi leccionada, no mínimo, em três cadeiras dos meus primeiros dois anos de licenciatura. Juro que não entendo porque é que temos esta cadeira. E depois o prof. é daquelas pessoas que fala e fala e fala, o que faz com que mais pareça que a aula nunca mais irá ter fim. E para adoçar mais a coisa, a cadeira tem um horário espectacular; o que a safa é que é apenas uma vez por semana.

30 Day Music Challenge #11

A song that you never get tired of…

Este é um daqueles casos em que foi super fácil escolher a música. Passei um Verão inteiro a ouvi-la e é a minha música mais tocada no iTunes, e não estou absolutamente nada farta dela. E penso que tão cedo não me irei fartar dela (ou talvez até mesmo nunca). Não é a minha música favorita dos Fun., mas é sem dúvida uma das que mais gosto deles. Eu optei por vos apresentar uma versão acústica da música, porque, de longe, umas das melhores qualidades desta banda, são as suas actuações acústicas/ao vivo.

This was one of those cases where it was super easy to choose a song. I spent an entire Summer listening to this song, and it is my most played song on iTunes, and I am absolutely not tired of it. And I think that I won’t ever get tired of it. It is not my favourite song from Fun. but is it definitely one of the ones I like the most. I chose to publish an acoustic version of the song because, by far, one of their best qualities as a band are their live or acoustic performances.

Que canção é que escolheriam? | Which song would you choose?