TV Show review | Supergirl*

supergirl*spoiler free post

Supergirl” é uma série de ficção, acção e aventura de super-heróis baseada em diversas personagens da DC Comics, criadas por Otto Binder, Al Plastino, Jerry Siegel, Joe Shuster, Dan Jurgens, Joseph Samachson, Joseph Certa, Marv Wolfman e Jerry Ordway. Esta série conta a história de Kara Zor-El (Kara Danvers) que foi enviada para a Terra a partir do seu planta Krypton, quando ela tinha 12 anos. Ela foi enviada para proteger o seu primo mais novo, Kal-El (Clark Kent). Contudo, a sua nave espacial foi desviada e forçada a entrada na Phantom Zone, onde ela esteve durante 24 anos. Quando ela eventualmente chegou à Terra, o seu primo já se tinha tornado num adulto e mostrado-se como Super-homem. A Kara foi colocada numa família de acolhimento e a sua verdadeira identidade manteve-se em segredo, até que um acidente de aviação a fez mostrar os seus verdadeiros poderes. Desde então ela tem vindo a proteger a sua cidade, Nacional City, como Supergirl. (x) A primeira temporada já deu na integra nos Estados Unidos da América, e a estreia da segunda temporada está prevista para 10 de Outubro.


Supergirl” is a supherhero fiction action-adventure TV show based on several DC Comics characters, created by Otto Binder, Al Plastino, Jerry Siegel, Joe Shuster, Dan Jurgens, Joseph Samachson, Joseph Certa, Marv Wolfman, and Jerry Ordway. This show tells the story of Kara Zor-El (Kara Danvers) who was sent to Earth from her plant Krypton, when she was 12 years old. She was sent to Earth to protect her younger cousin, Kal-El (Clark Kent). However, her spacecraft was diverted and forced into the Phantom Zone, where she remained for 24 years. When she eventually got to Earth, her cousin had already grown into an adult and showed himself as Superman. Kara was put in a foster family and her true identity remained a secret, until a plane accident made her show her true powers. Since them she has been protecting her town, Nacional City, as Supergirl. (x) Its first season has already aired in the United States, and the second one is set to premier on October 10th.

Não me interpretem mal quando digo isto, mas há sempre aquele grupo de séries que é simplesmente “average”. E eu penso que esta série é um desses casos. Não é que a série seja má, eu até acho que ela é interessante q.b. e até a recomendo, mas a verdade é que fica sempre aquela sensação de não estarmos a ver algo extraordinário. E aliás, às vezes até penso se não chega. Quer dizer, nos dias que correm, quantas séries de super-heróis, sobretudo baseadas nas bandas-desenhadas da DC e da MARVEL, é que existem? A Netflix começou basicamente com duas, neste momento já vai em cinco séries. A CW começou com uma, neste momento já vai numas outras cinco séries. Às vezes penso se não é um bocadinho too much. Mas como isto está na moda e, de certeza, que lhes dá montes de dinheiro, se não não continuavam a produzir estas séries, está visto que a quase hegemonia deste género está para ficar.

Como já mencionei, esta série é basicamente uma coisa que não é mau mas também não é óptima, em termos de personagens, enredo, efeitos especiais, etc. Não sei bem se isto é uma crítica, e neste caso negativa, mas a versão de um super-herói nerd, adorável e super prestável, que devido à sua história menos felizarda, está disposto a ajudar todos desde o primeiro segundo, já não foi feita? É que desde o início que a série me parece uma versão feminina de “The Flash”. Quer dizer, é óptimo termos uma série – sem esquecer, está claro, o sucesso que é “Jessica Jones” – final e completamente centrada numa personagem feminina, mas eu cá achava que era muito mais produtivo se esta fosse uma personagem única, e não uma espécie de versão feminina de outra (por exclusão, masculina). Um bocado de maior representação de minorias também não ficaria nada mal. Mas aquilo que realmente sempre me fascinou nesta série foi a personagem da Cat Grant. No início não se dá muito pela personagem, pois parece que vai ser aquele cliché de patroa que é uma bitch para toda a gente, pois é a única maneira que a esfera masculina arranjou até agora para representar uma mulher forte e no poder. Mas abençoada seja esta personagem – e a actriz que a representa – porque ela, desde o início, que destrói todos estes preconceitos. Não querendo falar demais sobre o enredo, para mim, uma das melhores cenas irá ser sempre o discurso que ela fez em como era preferível designar-se esta heroína como supergirl e não superwoman. Foi simplesmente fantástico e um dos pontos auge desta série.

And what do you think is so bad about ‘girl’? I’m a girl… and your boss, and powerful, and rich, and hot, and smart. So if you perceive ‘supergirl’ as anything less than excellent, isn’t the real problem you?


Don’t get me wrong when I say this, but there’s always been that group of shows that is just merely average, y’know. And I believe this show to be one of those cases. I’m not saying that this show is bad, I actually think it is quite interesting and I do recommend it, but it’s just that I’m always left with that feeling that I’m not seeing anything extraordinary. I actually think if this isn’t enough already. I mean, nowadays, how many superhero shows, mostly based on the DC and MARVEL comics, are out there? Netflix started by having basically two, now they have five shows. CW started with one, now they have around other five shows. I can’t help but feel that this is a bit too much, sometimes. But since this is the BIG genre nowadays, and for sure they’re making tons of moneys, otherwise they wouldn’t continue producing these shows, it’s clear it ain’t going nowhere anytime soon.

As I’ve mentioned before, this show is basically something that isn’t either too bad neither too great, being it in terms of characters, storylines, special effects, etc. I’m not sure if this is really me being critical or not, and in this case in a negative way, but hasn’t the nerdy, adorable, super reliable and next-door superhero, whose unfortunate story has lead him/her to be available on the first call to save everyone, been done already? Since the beginning that this show seems to be a feminine version of “The Flash”. I mean, it’s great that we have a show – without forgetting, obvious, the success that “Jessica Jones” is – finally and entirely focused on a female character, but I still believe it would have been even better if this was a unique character, and not just a simple female version of another (being in this case, a male one). A lit more of minority representation wouldn’t be a bad move on this show either. But what fascinated me more about this show, and basically what made me want to write this review, was one of its characters – Cat Grant. In the beginning you don’t really care about this character, because it seems she will just become one of the those female-boss stereotypes, in which she’s a total bitch to everyone in order to make people respect her, that male writers only seem to be capable of creating. But god bless this character – and the actress who plays her – because since the very beginning she has been calling everyone out on their shit, showing how wrong these prejudices are, and destroying every single of them at the same time. I don’t wanna give out too much but I’ll just say that, for me, one of the best scenes on this show was the speech that she did on how it was better to describe this superhero as supergirl and not superwoman. This speech was just bloody amazing and the highlight of this show.

And what do you think is so bad about ‘girl’? I’m a girl… and your boss, and powerful, and rich, and hot, and smart. So if you perceive ‘supergirl’ as anything less than excellent, isn’t the real problem you?

261Quem é que também acompanha esta série? | Who also follows this show?

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4 thoughts on “TV Show review | Supergirl*

  1. K says:

    Se o trailer da Wonder Woman não nos enganar, acho que sim, que teremos uma surpresa fantástica.
    A Gal Gadot, já no Batman V Superman, foi tão boa (a única parte de que gostei do filme).
    Acho que podemos ter esperança.🙂

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  2. K says:

    Adoro a série porque é extremamente fofinha e eu preciso dessa fofice na minha vida. Mas compreendo toda a gente que a critica. (No entanto, “rezo” sempre para que seja renovada. Não quero saber de quem não gosta, eu preciso daquela fofice. *.* haha)

    Para além de Jessica Jones, Agent Carter era fenomenal (aos meus olhos). Quando foi cancelada, foi uma facadinha no meu coração. Era a minha preferida, deste mundo dos quadradinhos (que eu só sigo pelas séries e filmes, infelizmente.)

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  3. Ricardo says:

    Confesso que quando vi o trailer desta série pensei “meh, looks mediocre”. Aprecio algumas actrizes no elenco mas sinceramente não me interessava nada ver mais uma história de super-heróis à la CW – sei que originalmente era da ABC, mas a mudança para o canal adversário comprova a minha teoria haha – uma emissora conhecida por, enfim, não ter as melhores séries. Passaram-se meses e ainda me debato sobre ver ou não “Supergirl”, mas o mais provável é que não o faça.

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