Happy New Year!

new yearMais um ano que está a chegar ao fim em poucas horas. E eis que também chega aquela altura do ano de fazermos uma retrospectiva acerca destes últimos 365 dias. Honestamente não sei muito bem o que dizer deste ano. Como qualquer outro, teve os seus pontos altos e baixos, com uma maior frequência de uns do que os outros. Não querendo soar completamente pessimista, penso que a maioria deverá ter sido os pontos baixos, visto que o resto foi basicamente demasiado neutro para se enquadrar num desses extremos.

Na realidade, o Mestrado acabou por não ser bem aquilo que eu estava à espera. Acho que ainda não sei bem o que é que eu quereria ter retirado dele, mas sei que o caminho que levou não era bem aquele que eu estava à espera. E depois o plano A que ia tinha para o período pós-Mestrado também não resultou, pelo que tive que optar por um plano B que, por um lado, mais parece ser um plano Z de último recurso, ainda que por outro lado, possa ser uma segunda versão de um plano A. O grande problema é que o Mestrado não só foi fisicamente desgastante, como também foi bastante emocional e mentalmente desgastante. E estes últimos tipos de desgaste não são daqueles de que se recupera facilmente – ou pelo menos não no meu caso. E entretanto tenho andado à procura de um part-time e nada aparece, o que também me tem irritado bastante. E o final deste ano também não foi dos melhores, sem dúvida alguma. Enfim…

Mas depois – lá no fundo – até que não posso reclamar muito em relação a este ano. Tive a oportunidade de estudar no estrangeiro durante um ano – se incluirmos o último semestre do ano passado -, o que é sem dúvida uma óptima oportunidade para qualquer um de nós. E é, se calhar, acima de tudo, a chance perfeita de crescermos como adultos, longe da nossa zona de conforto. Tive a oportunidade fazer umas quantas viagens este ano e de puder passar mais um mês em França – ainda hei-de chegar ao ponto de conhecer este país pela palma das minhas mãos. Assisti ao meu primeiro jogo de ténis ao vivo e foi uma experiência fantástica; só tenho mesmo pena que tenha sido super curta. E foi a um concerto. E este sim foi um dos grandes pontos altos deste ano. O Nate Ruess é um dos meus artistas favoritos e aquele concerto (em Utrecht) foi simplesmente fantástico, especialmente porque, como está na wikipedia, foi um concerto intimo – e metam intimo nisso porque éramos menos de 100 pessoas – e de apresentação do álbum. Esta foi umas das melhores noite deste ano.

Não sei como é que vai ser 2016 para mim mas honestamente espero que seja melhor que 2015. Não tenciono fazer grandes resoluções de ano novo para não criar grandes expectativas. Este ano vou-me manter por objectivos pequenos. É claro que ainda tenho grandes objectivos para 2016, objectivos estes que aliás já tenho há vários anos, mas quero ver se só penso neles mais próximo da altura de ocorrerem (ou não). Acho que já cheguei a um ponto em que o melhor é mesmo viver um dia de cada vez.

Deixando de parte as minhas lamúrias… Desejo-vos uma óptima entrada em 2016. Espero que vos corra tudo bem no próximo ano e que tenham direito a tudo o que merecem. E há que pensar que (quase) tudo na vida tem uma solução, por mais que isso não seja óbvio. E um conselho que vos dou é nunca agirem de cabeça quente – geralmente nunca resulta bem. TENHAM UM FELIZ 2016!

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